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quarta-feira, 28 de março de 2012

"detido e acusado de ser mau pai por levar as filhas à escola de bicicleta"

Este artigo é pungente.
"Espanha: detido e acusado de ser mau pai por levar as filhas à escola de bicicleta"

São várias as soluções para levar os míudos à escola.
Uma delas, muito popular, são estes "triciclos" que circulam em vários formatos e adaptações pelas ruas da Cidade.


Em Copenhaga até visitei recentemente esta oficina da Nihola Bikes.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"Motorista atira ciclista para fora da estrada com autocarro"

Este VÍDEO teve consequência esta NOTÍCIA.

O vídeo é no mínimo impressionante!
Mas mais ainda são os comentários no DN ao artigo por leitores:

"Parabéns ao motorista por ter feito o que muitos condutores já tiveram vontade de fazer. Os ciclistas são um perigo na estrada!! Não me venham com "AH, são veículos e tal." Eles não respeitam regras nenhumas. E por essa norma, deviamos aceitar Skates, Patins, Triciclos, e todo o tipo de bizarrices com rodas. ... É aquela mania das camisolas amarelas e outras paneleirices.."

"A Lei deveria ser alterada para permitir Autocarros/Camiões de passar por cima de TODOS OS CICLISTAS que não sabem onde devem andar na estrada/rua."

"Nunca chegaria a esse extremo e não vou generalizar, mas a verdade é que há inúmeros que merecem isso. Sinais vermelhos, não lhes interessa, rotundas, não lhes interessa, prioridades, não lhes interessa, passadeiras, não lhes interessa, sair da frente do trânsito, idem. Já perdi a conta às vezes que os vejo enfiar à parva para a estrada como se não houvesse mais ninguém lá. Já perdi as vezes ás apitadelas que mandei por atropelos ao código e recebi em troca um dedo ou uma tentativa de "patada" no espelho. Em anos de carta e condução só vi até hoje um único a parar num vermelho, e fiz questão de baixar o vidro e bater palmas ao senhor, parabenizando-o pela sua atitude! Regra geral, os ciclistas estão-se a borrifar para os outros condutores."

- - - -

Sei que há alguns ciclistas que gostam de desafiar os automobilistas, transformando a sua bicicleta numa arma de arremesso, num veículo de contestação, numa forma de afirmação dos "pobres" contra os "ricos" automobilistas. Nada mais patético, nada mais errado.
Como em tudo, são uma minoria dos cilistas e, mais ainda, uma mínuscula minoria no universo ciclista, incluindo-se aqui os ciclistas potenciais, ou seja, todos aqueles que desejam poder usar a bicicleta, e usá-la de forma pacífica, civilizada e respeitadora, tendo direito ao seu lugar na Estrada e, naturalmente, tendo o dever de se saber comportar nesse espaço com os outros veículos.

Vi e revi o Vídeo. O ciclista, pelas imagens, não desafia o autocarro. Por razões de segurança, não se coloca junto ao lancil, ainda por cima porque um veículo pesado tem que o ultrapassar sempre pela faixa ao lado (neste caso da direita). Terá sido também o entendimento do juíz que condenou o motorista a 17 meses de prisão efectiva.

Em Lisboa acho os motoristas da CARRIS muitíssimo respeitadores. E sinto os automobilistas cada vez mais respeitadores. Há 10 anos atrás a diferença era abismal.
Hoje ve-se cada vez mais ciclistas na rua. O facto é indesmentível e, espera-se, irreversível. Cabe à Sociedade saber enquadrá-los e recebe-los e mandar para a prisão todos os comportamentos e atitudes desviantes. Ciclistas provocadores e violentos, quando existem, devem igualmente seguir o mesmo caminho.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Barcelona, Bicicletas e ...Leonel Messi. Uma junção pouco provável

"o ciclista pedalava na Avenida Constitució Castelldefels quando foi ultrapassado por um carro topo de gama que o desequilibrou mas não o derrubou"
(...)
"Por coincidência os veículos voltaram a encontrar-se e foi então que Messi abriu a janela do carro (...)"
DESTACO DESTE ARTIGO 3 COISAS:
1ª: o jornalista, e bem, refere que os "veículos" se encontraram: carro e bicicleta.
2ª: o ciclista fez queixa de um comportamento abusivo.
3ª o ciclista não era o Cristiano Ronaldo. Infelizmente para a "causa ciclista". Decerto daria muito que falar!...

ARTIGO AQUI
Barcelona

Irmão de Messi acusado de ameaçar ciclista com pistola

Leonel Messi
Leonel Messi Fotografia © REUTERS - Eddie Keogh

Segundo o jornal La Vanguardia, o caso surgiu de uma discussão no meio do trânsito da Avenida Constitució Castelldefels, em Barcelona, Espanha.

Rodrigo Messi, irmão da estrela argentina de futebol do FC Barcelona, está à espera de saber se a justiça espanhola o considera culpado por alegadamente ter ameaçado um ciclista com uma arma de fogo durante uma discussão de trânsito.

Durante a discussão, o irmão de Leonel Messi terá exibido uma pistola quando se inclinou para fora da janela do Audi Q7, segundo está registado no auto de polícia. Somente depois da investigação a polícia catalã concluiu tratar-se de uma arma de brincar.

O ciclista apresentou queixa a 9 de maio de 2011, o dia do incidente, na esquadra da polícia em Castelldefels. Na semana passada as partes deveriam ter conhecido a sentença no terceiro juízo do Tribunal de Gavà. A leitura ficou adiada.

De acordo com a polícia, a reconstituição dos factos que colocaram Rodrigo Messi em tribunal, mostram que o ciclista pedalava na Avenida Constitució Castelldefels quando foi ultrapassado por um carro topo de gama que o desequilibrou mas não o derrubou. Isso provocou a ira do ciclista.

Momentos depois o Audi Q7 parou para reabastecer num posto de combustível. O ciclista que havia retomado a marcha chegou ao posto de gasolina e reconheceu o carro. Foi então que tiveram a primeira troca de palavras e insultos. O carro de Messi foi reabastecido e seguiu o seu caminho.

Por coincidência os veículos voltaram a encontrar-se e foi então que Messi abriu a janela do carro "exibiu aquilo que parecia ser uma arma" e disse: "O que quer? Quer um tiro? Quer que o mate?"

A partir desse momento acabaram-se as palavras. Finalmente o Audi abandonou a zona e o ciclista apontou a matricula. Seguiu-se a queixa.

Segundo o La Vanguardia, citando fontes judiciais, o julgamento realizado na semana passada aguarda a leitura da sentença porque Rodrigo Messi não compareceu. Em caso de condenação a sentença será uma coima

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Student Rush Hour - Cambridge, UK - 8h58am

sábado, 8 de outubro de 2011

Cargo Bikes

Ou muito me engano, ou ainda vamos ouvir falar muito disto nos próximos tempos!

sábado, 30 de julho de 2011

Para a Caparica, de Bicla (na TV)

terça-feira, 26 de julho de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Era uma vez uma Avenida que perdeu 2 faixas de rodagem


Once upon a time...


Era uma vez uma Avenida que, até 2009, tinha 4 faixas de rodagem, muito estacionamento e muito, mas muito pouco espaço pedonal. (foto aqui). A Avenida, de tão larga que era, permitia velocidades de via rápida e os peões atravessam enormes passadeiras que, de tão largas tão largas que eram, mais pareciam pontes de aventura sobre rios caudalosos...





Então, em 2009 a Câmara Municipal local achou que talvez fosse demasiado espaço para tanto carro e tão pouco para peões, árvores e ciclistas e decidiu intervir, reduzindo faixas de rodagem, plantando árvores, fazendo os autocarros estacionar na via e requalificando e disciplinando o estacionamento.



Mas, eis que o problema do estacionamento, muito apregoado em falta no local, e a fluidez de tráfego, esse conceito tão decisivo no nosso País de rotunda e que tanto alcatrão move (o dia-a-dia de tantos e tantos cidadãos que precisavam daquela pequena via rápida como alternativa à 2ª circular), eis que preocupou tanta e tanta gente que, logo se insurgiu contra a obra e pôs mesmo "mãos-à-obra", que em ano eleitoral não havia tempo a perder...


Havia até uns que, até eram a favor de tudo o que estava a ser feito, mas mesmo esses eram a favor de tudo o que era feito, desabafavam que eram contra a forma como estava a ser feito...


Eis que a obra se fez, com algumas peripécias e entrevistas de quem programou o caos e a desordem, agora que os carros iriam fazer filas intermináveis, de horas e horas...


Juntamente com a obra, entrou em funcionamento o sistema de tarifação do estacionamento à superfície, incluindo a criação de zonas de estacionamento só para residentes...




E, eis que, a fluidez do tráfego se resolveu pelas vias rápidas existentes em toda a envolvente!

E o estacionamento em falta, afinal, se tratava de quem, querendo ir ao Centro Comercial ou ao futebol, achava que seria mais simples e mais barato parquear por aqui...


Como por magia, os moradores estacionam dentro do bairro e na avenida os lugares se encontram afinal...vazios!?


Mas, surpresa! Mesmo ao lado destes lugares vazios, onde em tempos houve um campo de jogos e as crianças brincavam e jogavam à bola, a Junta de Freguesia proporciona agora um Parque de Estacionamento privativo (não tarifado!...), que faz lembrar o que foram muitas e muitas Praças da nossa Cidade, algumas emblemáticas, como a Praça do Comércio!

E de repente, a Avenida de 4 faixas, agora só de 2 faixas, flui normalmente, há estacionamento disponível para quem precise, as árvores ainda pequenas crescem e a ciclovia lá vai, aos poucos, servindo curiosos e novos utilizadores, ligando já Benfica até ao Parque das Nações.

E como acabará esta História da Avenida do Colégio Militar?

domingo, 27 de março de 2011

Fui aprender a poupar, aqui mesmo ao lado







Regressado do Velo-City 2011, em Sevilha.

Uma cidade que. em 4 anos (!) construiu 120km de infra-estrutura ciclável e que passou de 0.2% de utilização para 6.8% quotidiana. Yes, they can!

Mais do que o exemplo de Sevilha, que apesar do aumento significativo de bicicletas mantém o seu carácter rodoviário e uma má qualidade genérica do espaço público extra bairro histórico, ficou na mente os vários exemplos partilhados por muitas cidades que puxam os seus Países para cima, fazendo poupanças extraordinárias...em estradas e espaços viários!

Mais espaço público e menos carros é mais rapidez e eficiência na mobilidade.
Mais espaço público em vez de só carros é mais gente a comprar local e a revitalizar as ruas.
Mais espaço público em vez de tantos carros é mais empresas e pessoas a voltarem aos centros, é mais eficiência no planeamento, é menos subúrbios sombrios, é mais eficiência no aproveitamento de redes de infra-estruturas existentes e menos dinheiro gasto a construir novos arruamentos, novas redes de águas e drenagem, é menos despesas de manutenção.

Yes, they can! Em Espanha mais de 11.000 pessoas já trabalha diariamente em sistemas de bicicletas de uso partilhado, esperando-se que o número alcance as 78.000 até 2020.

Não haja dúvidas: equilibrar o orçamento só se faz com Cidades equilibradas, não necessariamente em cortar um pouco em tudo para que tudo fique na mesma.
Senão, podem mudar de Governos as vezes que quiserem que isto não mudará.
Eu disso não tenho dúvidas...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Assassino atropela ciclistas!

Na Massa Crítica de Porto Alegre - Brasil, 25.02.2011

Um automobilista atropela intencionalmente um grupo de ciclistas!
Um horror!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

domingo, 5 de dezembro de 2010

TVI: Lisboa e a bicicleta "em alta" na Cidade




Em Lisboa muito se fez já desde os tempos em que a bicicleta na cidade era uma miragem "impossivel", coisa de utópicos sonhadores, numa cidade de "colinas" ao contrário das cidades planas como Amesterdão, onde "aí sim faz sentido".

A bicicleta entrou na Cidade. Entrou, deixando as pantufas à porta e calçando as botas de biqueira de aço.
Não porque tenha destruído algo, mas porque não perguntou aos automobilistas, mais uma vez, se eram "eles" ou "nós" na Cidade. Exigiu o seu espaço e consegui-o.
Em 2007 avisou que ia mesmo entrar. E entrou.

Apresentou a sua estratégia: fazer rapidamente uma Rede de Percursos que seja compreendida pelos Lisboetas como útil, confortável e apelativa, centrada em ligações nas zonas planas da Cidade e ligando os principais equipamentos colectivos e interfaces de transportes. Uma rede para terminar com a desconfiança e com o preconceito. O Mapa é claro: Fez-se parcialmente a rede. Uma parte ainda falta terminar.

Quase 6 MEuros de investimento, boa parte recorrendo a financiamentos europeus e contrapartidas de empresas e instituições.
No final desta fase haverá uma Rede de Percursos dedicada "verde",porque também eles ligam zonas verdes - Monsanto ao Parque da Bela-Vista, Corredor Verde Monsanto Parque Eduardo VII, a espinha do Parque Periférico com a Quinta da Granja, dos Parques dos Olivais ao Parque da Bela-Vista, dos Olivais ao Rio, do Estádio Universitário ao Campo Grande e do Campo Grande à Mata de Alvalade e daí ao Parque da Bela-Vista e ao Rio.

E é já notório o aumento dos ciclistas de uso quotidiano. Utilizadores que aproveitam esta rede "verde" para se deslocar para os empregos.

Mas sejamos claros: para que a bicicleta se afirme de forma duradoira, há outros trabalhos que precisam de ser feitos.
A porta, essa, está escancarada.
A bicicleta tem futuro, tem cidadania, tem gente! Há "Lobby" agora!
Há compreensão da opinião pública para a bicicleta.
A bicicleta é aceite pelos planeadores, pelos projectistas, pelas empresas, pelos transportadores e pela opinião pública.

O trabalho que falta fazer, e para o qual não há tempo a perder são as Zonas 30km/h nos Bairros, colocando a bicicleta a partilhar o espaço com os automóveis, são as faixas BUS+BIKE - espaços partilhados pelos ciclistas e o transporte público em espaços bem dimensionados para que caibam ambos - são as "Bike-Box" nos cruzamentos semaforizados para a bicicleta partir à frente dos carros, são as medidas de acalmia de tráfego um pouco por toda a Cidade e são todas as medidas que directa e directamente retirem tráfego da Cidade.

A bicicleta agradece as pistas de bicicleta para "sair da garagem" mas o futuro será sempre na estrada.
Muitos perdem o seu precioso tempo a criticar o que se fez em Lisboa pela bicicleta até agora, mas parecem esquecer o que ainda falta fazer e exigir que se faça ou, por vezes, quando até lhes cabe o papel de poder vestir o fato-de-macaco e pôr "mãos-à-obra", torná-lo efectivo!

Já aqui há muito tempo afirmei-me esperançado sobre o que falta fazer-se pela bicicleta realmente se faça.
Continuo esperançado, apesar de nada ter mudado desde aí.

domingo, 21 de novembro de 2010

Pelas ECOPISTAS de Portugal

Já vamos tendo as nossas Ecopistas!
O Património ferroviário desactivado é absolutamente valioso e com um potencial imenso do ponto de vista turistico.

Tendo participado nos Estudos das ligações Chaves - Vila Real (70km) e Sever do Vouga - Vouzela, rapidamente compreendi que os traçados ferroviários em presença não correspondem (na sua maioria das vezes), nem de perto nem de longe, às exigências de funcionamento que uma ligação em comboio exige nos dias de hoje.
É que os percursos sinuosos e os múltiplos apeadeiros, na maioria em ex-aldeias (hoje lugares semi-desertos de gente), constituiria motivos para a sua não utilização.
É pois mais que certo a sua transformação em Ecopistas, caminhos culturais para circulação de bicicleta ou a pé, com potencialidades turisticas enormes!
A infra-estrutura está lá e a atracção que pode proporcionar nos dias de hoje significa grandes oportunidades ao mundo rural para gerar actividade económica e emprego.

O grande erro foi acabar com as ligações de comboio a cidades como Viseu, Chaves ou Bragança, sem se ter proporcionado a alternativa ferroviária ajustada aos dias de hoje.
De Chaves a Vila Real, passando por Vidago, Pedras Salgadas e Vila Pouca de Aguiar o comboio foi-se (e bem!), mas outra linha deveria ter vindo. Mas não veio.
Veio sim a A24. Esse é que o erro. Um grande erro! Ter vindo a Auto-Estrada mas não o comboio. Porquê?

Conheci parte da Ecopista de Évora, ramal de Mora, entre Évora e Arraiolos (21km)
Poucos utilizadores. Muito poucos.
A infra-estrutura é razoável, nada de especial.
Não o teria projectado, assim tão minimalista, nem deixaria de reforçar o pavimento nalguns troços em que, pura e simplesmente, não se precaveu a transformação da estrutura de balastro permeável num pavimento mais impermeável. Em saibro, o pavimento por vezes a degradar-se não esconde com problemas de drenagem e crescimento de arbustos que extravasam os taludes para o espaço canal.
Estações e apeadeiros abandonados, a cair, com graffitis e sujos. Não estão aproveitados!
Paineis de informação escassos e no Concelho de Arraiolos, nem mapa têm!
Não há uma única torneira para se beber água.
Mas faz-se, sem interrupções. E isso é o que mais importa nestas coisas. As melhorias que venham depois!

Faltará garantias que as dezenas de caçadores armados não nos confundam com coelhos. Impressionante, a cada quilómetro um agrupamento pronto a disparar, é um risco para o viajante ciclista em época de caça. Este é o País em que se pode caçar em todo o lado, como se sabe.

Faltará sem dúvida dinamizar-se o aproveitamento turistico das estações e outro património ferroviário, se possivel para equipamentos de dormida e comida.
Há um vasto património para ser aproveitado. A REFER já fez a sua parte na reactivação de algumas destas linhas e o projecto, a nível nacional, não envergonha ninguém, mesmo comparando com Espanha.
Resta agora mais informação e mais envolvimento no aproveitamento destas estruturas pelas autarquias e agentes económicos locais.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lisbon Cycle Chic

foto: LISBON CYCLE CHIC:

http://www.lisboncyclechic.com/?p=424

Andar de bicicleta no quotidiano é uma mudança de atitude, para muitos, quase impossivel. Lisboa sempre foi motivo de discussão sobre a possiblidade ou não de usar a bicicleta. Em 2007 decidiu-se avançar com uma forte política para o uso da bicicleta.
Muito se discute sobre as decisões mais adequadas para aumentar o uso de ciclistas, e para os fazer circular em segurança.

Sempre defendi uma rede fundamental de Percursos Cicláveis dedicados (em espaço próprio), ganhando espaço de cidadania e fazendo massa crítica.
A bicicleta passou em Lisboa de utopia a uma possibilidade real. De possibilidade a realidade falta ainda outro tanto.
Mas já se fez metade do caminho!

Eu acredito que a bicicleta será uma realidade. Esta senhora prova isso mesmo! A FOTO mostra a utilização de uma das recentes ciclovias de Lisboa (Benfica - Telheiras), onde ainda ontem, em menos de 5 minutos, vi 5 ciclistas, e nenhum deles a fazer desporto. Quando foi inaugurada tenho zero ciclistas. É natural, embora muitos tenham denegrido a importância desta opção, que passou ainda por reduzir de 4 para 2 faixas de rodagem o tráfego nesta via.
Para esta senhora, a decisão de andar de bicicleta fez-se, quase de certeza, pela possibilidade que este percurso lhe proporcionou.
Mas esta senhora não tem, nem terá, pistas cicláveis para chegar a todo o lado. Terá pois que andar com os carros em muitas situações. Para isso, restringir o tráfego é fundamental e, muito importante, reduzir-lhe a velocidade.
E depois educação e civismo.
É importante que as pessoas percebam que podem andar na estrada, em condições de pouco tráfego e velocidades reduzidas.

Em paralelo ao trabalho das ciclovias, tem que ser feito o trabalho de compatibilização dos ciclistas na estrada. É urgente que se faça!
As zonas 30 e a circulação na faixa BUS podem ser impulsos decisivos e têm que acontecer.
Não há tempo a perder. De que estamos à espera?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

12.000 ciclistas

Massa Crítica de Maio de 2010, em Roma.
Estive num desfile semelhante em Munique em Junho de 2007 e tinha 11.000. Esta tem ainda mais...Incrível!:

http://www.youtube.com/watch?v=uCaCYv--2hQ&feature=player_embedded#!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Bicicletas de Lisboa já marcam pontos na Dinamarca



http://www.copenhagenize.com/2010/02/bicycles-and-poetry-in-lisbon.html
 
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