quarta-feira, 28 de março de 2012
"detido e acusado de ser mau pai por levar as filhas à escola de bicicleta"
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Barcelona, Bicicletas e ...Leonel Messi. Uma junção pouco provável
"o ciclista pedalava na Avenida Constitució Castelldefels quando foi ultrapassado por um carro topo de gama que o desequilibrou mas não o derrubou"
(...)
"Por coincidência os veículos voltaram a encontrar-se e foi então que Messi abriu a janela do carro (...)"
DESTACO DESTE ARTIGO 3 COISAS:
1ª: o jornalista, e bem, refere que os "veículos" se encontraram: carro e bicicleta.
2ª: o ciclista fez queixa de um comportamento abusivo.
3ª o ciclista não era o Cristiano Ronaldo. Infelizmente para a "causa ciclista". Decerto daria muito que falar!...
ARTIGO AQUI
Barcelona
Irmão de Messi acusado de ameaçar ciclista com pistola
Segundo o jornal La Vanguardia, o caso surgiu de uma discussão no meio do trânsito da Avenida Constitució Castelldefels, em Barcelona, Espanha.
Rodrigo Messi, irmão da estrela argentina de futebol do FC Barcelona, está à espera de saber se a justiça espanhola o considera culpado por alegadamente ter ameaçado um ciclista com uma arma de fogo durante uma discussão de trânsito.
Durante a discussão, o irmão de Leonel Messi terá exibido uma pistola quando se inclinou para fora da janela do Audi Q7, segundo está registado no auto de polícia. Somente depois da investigação a polícia catalã concluiu tratar-se de uma arma de brincar.
O ciclista apresentou queixa a 9 de maio de 2011, o dia do incidente, na esquadra da polícia em Castelldefels. Na semana passada as partes deveriam ter conhecido a sentença no terceiro juízo do Tribunal de Gavà. A leitura ficou adiada.
De acordo com a polícia, a reconstituição dos factos que colocaram Rodrigo Messi em tribunal, mostram que o ciclista pedalava na Avenida Constitució Castelldefels quando foi ultrapassado por um carro topo de gama que o desequilibrou mas não o derrubou. Isso provocou a ira do ciclista.
Momentos depois o Audi Q7 parou para reabastecer num posto de combustível. O ciclista que havia retomado a marcha chegou ao posto de gasolina e reconheceu o carro. Foi então que tiveram a primeira troca de palavras e insultos. O carro de Messi foi reabastecido e seguiu o seu caminho.
Por coincidência os veículos voltaram a encontrar-se e foi então que Messi abriu a janela do carro "exibiu aquilo que parecia ser uma arma" e disse: "O que quer? Quer um tiro? Quer que o mate?"
A partir desse momento acabaram-se as palavras. Finalmente o Audi abandonou a zona e o ciclista apontou a matricula. Seguiu-se a queixa.
Segundo o La Vanguardia, citando fontes judiciais, o julgamento realizado na semana passada aguarda a leitura da sentença porque Rodrigo Messi não compareceu. Em caso de condenação a sentença será uma coima
domingo, 1 de janeiro de 2012
Campanha da cortiça "sniff the cork"
terça-feira, 26 de julho de 2011
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Um justo "Príncipe"
Imagem AQUI
Amin Maalouf foi hoje distinguido com o Prémio Princípe das Astúrias de Letras.
Do que li não consigo esquecer SAMARCANDA e as CRUZADAS VISTAS PELOS ÁRABES, pela riqueza dos conteúdos mas pela escrita.
Um grande escritor com uma grande obra!
Um justo "Príncipe" das Astúrias!
domingo, 6 de junho de 2010
INIMIGO PÚBLICO - Facebook já é a segunda rede social onde há mais portugueses inscritos, depois do Centro de Emprego
O Facebook foi criado por Mark Zuckerberg, um tipo tão nerd que faz o Bill Gates parecer o Harrison Ford. Em Portugal, o Facebook tem centenas de milhares de aderentes, sendo apenas ultrapassado pela rede social Centro de Emprego e pela rede social Banco Alimentar Contra a Fome. As 3 redes sociais mais populares têm dificuldades, pois há inscritos no Facebook que se queixam de falta de privacidade, passando para o Twitter, enquanto membros do Centro de Emprego registaram-se na rede social Rendimento Mínimo, que tem 800 mil assinaturas. E muitos inscritos na rede Banco Alimentar, queixam-se que têm de ter o trabalho de fritar as salsichas e de cozer o esparguete, pelo que 550 mil já se registaram na rede social Mitra, onde as refeições já estão cozinhadas. AM
domingo, 23 de maio de 2010
Inter iniciou final sem jogadores nacionais
Foto: AquiInter iniciou final sem jogadores nacionais
"Os nerazzurri alinharam de início sem jogadores italianos, tornando-se na primeira equipa a entrar em campo numa final da Champions sem futebolistas do país que representa. Materazzi substituiu Milito aos 90"+2", sendo o único italiano a jogar pelo Inter."
quinta-feira, 25 de março de 2010
Os Cidadãos e a Participação Pública
Tenho assistido em Lisboa com muito interesse ao aparecimento de alguns movimentos de cidadãos que, aqui e ali, contestam algumas intervenções, quase sempre no espaço público e nos espaços verdes.
Ao contrário de um passado ainda recente, em que Lisboa investia tudo em asfalto, túneis, betão e florezinhas coloridas na Avenida da Liberdade, temos agora, finalmente, a aposta na requalificação de variados espaços verdes da cidade. O actual orçamento municipal espelha isso nas muitas rúbricas dedicadas ao investimento numa quantidade notável de praças, miradouros e jardins de referência, até hoje decadentes ou em abandono crescente.
Algumas das obras já concluidas deixam patente a lógica escolhida: dar vida e dignidade a estes espaços, respeitando seu o carácter.
Eis que, e ao contrário do que acontecia no passado, a intervenção de requalificação de alguns jardins tem maior oposição agora de alguns do que teve toda a última década de abandono descarado destes espaços, fazendo-me perguntar onde estariam alguns destes movimentos nessa altura e o que os motiva agora.
Com uma energia nunca vista em casos semelhantes, onde ao contrário dos choupos meio-podres do Principe Real, se cortaram sim dezenas de árvores de grande porte e em perfeitas condições na R. Joaquim António de Aguiar para fazer-se um túnel, sem reposição das mesmas, alguns cidadãos listam agora uma quantidade enorme de queixas, que começa com a própria contestação ao acto de requalificação destes jardins (!) e termina com suspeições sobre a evolução técnica da pavimentação proposta, à lista de espécies, passando um atestado de incompetência aos técnicos responsáveis que considero revoltante e insuportável.
Ainda bem que não sou eu o técnico projectista destas intervenções e ter que assistir, dentro da hierarquia, a este espectáculo de suposições e atestados de incompetência!
Isto tudo para dizer que, da falta de participação pública que muito prejudicou o País, passou-se de imediato para uma escalada descontrolada, em que a cidadania activa ficou pelo caminho, dando lugar sim a cruzadas muitas vezes apenas político-partidárias, em que a legitimidade dos actos de políticos eleitos são contenstados perante as crenças e os anseios de algumas pessoas organizadas.
Continuo à espera que cidadãos venham exigir a plantação das árvores derrubadas pela construção da Radial de Benfica ou do Túnel do Marquês ou de tantas obras viárias inúteis que se fizeram em Lisboa.
Mas não. É um estranho caso este em que a revolta acontece sobre os choupos do Principe Real, primeiro "históricos", depois "classificados", seguidamente "centenários" e por fim apenas de "grande porte" e com 28 anos, foram derrubados sem o aviso prévio que, obviamente, mereciam e deveriam ter tido.
Há hoje cidadãos que consideram legítimas as opiniões que contestem as intervenções em curso em Lisboa, catalogando de "fretes" as que as apoiam, independemente do grau de qualificação de quem as emite.
Neste sentido, faltando sustentação na argumentação, há cidadãos que se limitam a dizer que "não querem assim", mas incapazes de dizer como queriam que se fizesse, catalogando de "oportunistas" e "coniventes com o poder" os que, ao contrário deles, assumem tomar posições pró-activas na gestão de dinheiros públicos em pról dos anseios das populações.
Pelo caminho dizem que ouviram, que viram, que alguém disse, alguém viu, alguém ouviu dizer, que esta decisão foi assim ou não foi assado porque o "político A" ou "B" impôs, deliberou, obrigou. E conseguem uma notável projecção mediática, saindo quase diariamente na imprensa, num tempo em que os jornais, rádios e a TV quase só publicam o que levante polémica e não a necessária clarificação e objectividade, mas que não trás consigo audiências.
O caminho da cidadania activa não é linear, porque a própria acção dos partidos se confunde localmente com movimentos de cidadãos. Há pois que gerar mais e melhores regras, que objectivem a participação, que legitimem os tempos e as formas de actuação e que definam os actores, distinguindo uns de outros.
Cidadania é responsabilidade e não irresponsabilidade.
Cidadania é actuar para melhorar e não gerir agendas mediáticas.
Cidadania é poder intervir no tempo devido e no campo de actuação determinado pela Lei, tendo informação e agindo com transparência, legitimidade e já agora capacidade técnica.
Esta definição de regras tem que passar necessariamente também por regulamentos municipais que definam claramente as regras de participação. É urgente.
Por fim, um desejo quase em forma de apelo, a que o acompanhamento dos processos passe a ser pautado pela focalização na Unidade. E a Unidade de análise do espaço público em Lisboa ou em qualquer outro local não é "a árvore", mas sim a Unidade ecológica e funcional no seu todo. É muito mais que árvores, uma a uma. É das unidades da Estrutura Ecológica que falo, as mesmas que podem contribuir, ou não, para o funcionamento ecológico da Cidade e para o seu desempenho energético e ambiental.
É a esse nível que os cidadãos informados devem focar a sua atenção. Assim o queiram, claro!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Istambul, Pamuk, Bruno Reis e um magnífico "Câmara Clara" na RTP2
Este é o livro que estou a lêr. O de uma Cidade onde ainda nunca fui mas que parece que já interiorizei o que tem através das descrições e deambulações de Orhan Pamuk, o único turco distinguido com um Nobel, em Istambul - Memórias de uma Cidade.
Quem me ofereceu o livro esteve ontem no "Câmara Clara" da RTP, com Paula Moura Pinheiro.
video em http://camaraclara.rtp.pt/
Bruno Reis é, cada vez mais, uma fonte de informação impressionante, um investigador com curriculo já extenso, capaz de articular História, estratégia, cultura, literatura, geografia, juntando curiosidades e pequenos dados, numa contante de pertinência e sobriedade.
E vejo tantas vezes o comentário nos Media nestas áreas desperdiçar-se em teses e crenças carentes de lógica e de sustentação, fruto a meu vêr da importância que os Media dão ao "mediatismo" da figura que convidam para o comentário...
Tentei abstrair-me de ter um amigo no Programa, mas realmente a densidade das intervenções, às quais Alexandra Lucas Coelho muito contribuiu, bem como uma moderação que soube trazer as muitas variáveis que as relações Europa - Turquia podiam suscitar, tornou este Programa de ontem, para mim, uma peça de grande valor e qualidade. A rever!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Controlo dos Media?
http://causa-nossa.blogspot.com/2010/02/liberdade-de-imprensa.html
e em:
http://causa-nossa.blogspot.com/2010/02/o-plano.html
Também já me tinha perguntado se este Governo controla realmente alguma comunicação social: Qualquer jornalista, comentador diz o que entende sobre o Governo e sobre o Primeiro-Ministro, quantas vezes sem provas e sem direito ao contraditório, isto em qualquer jornal, em qualquer rádio e em qualquer TV.
Não digo que não houvesse eventuais "vontades" pelo controlo, mas é quase indesmentível que este Governo não controla nem nunca controlou nada nem ninguém até hoje.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Ponto Contra Ponto na SIC Notícias: Quando Pacheco Pereira fala sózinho numa comunicação social livre e democrática
No seu programa aos Domingos, Pacheco fala sozinho, sem contraditório, comentando com "democracia" e com o seu ponto de vista (imparcial) o que foi notícia na semana.
Mais um problema por resolver de défice democrático e de falta de contraditório?
http://www.marktest.com/wap/a/n/id~13cc.aspx


