terça-feira, 23 de março de 2010

"Não. Não quero jogar nesse jogo"

 
Henry não quer jogar contra o Arsenal. É extraordinário!
 
É que no momento da transferência, não teve problemas em assinar, vestir outra camisola e ir descontar os cheques milionários!
 
 
 

segunda-feira, 22 de março de 2010

Segredos e Mentiras

Bartoon de 22/03/2010, in http://www.publico.pt/
 
Muito bem lembrado! Em Inglaterra decorre aliás o inquérito sobre esta matéria.
Aliás, não deixam de ser curiosas estas dualidades de critério: 
Só altos dirigentes do PS é que têm escutas telefónicas nos jornais, só altos dirigentes do PS vão a comissões de inquérito.
E o caso BPN, por exemplo, não tem umas escutas ao mais alto nível?
Já agora, podiamos todos lêr umas conversas telefónicas de Durão Barroso na altura das famosas armas de destruição maciça...
Há alguma agenda que todos desconheçamos?

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Duarte d´Araújo Mata

domingo, 21 de março de 2010

A armadilha das passadeiras de peões

Foto: Estreitamento de via com passadeira associada para acalmia de tráfego, em Lausanne, Suiça

"O número de atropelamentos registado em Lisboa no ano de 2009 corresponde a uma média de dois por dia.
 Houve 320 ocorrências nas passadeiras (mais 14 do que no ano anterior), o que corresponde a 43,48 por cento do total"

in http://jornal.publico.pt/noticia/21-03-2010/temas-19028895.htm

O problema é conhecido: a passadeira é uma obrigação legal, decide se o seguro paga ou não indemnização ao atropelado, mas quase nunca é garantia de segurança.
A PVP (Prevenção Rodoviária Portuguesa) passou anos a ensinar o peão a só passar quando não vem ninguém, olhando primeiro para um lado e depois para o outro.

O desenho de vias que temos, incitando à velocidade e acabando em passadeiras "seguras" é o grande problema que temos e o grande desafio a alterar nos próximos tempos em Portugal.

Acalmia de tráfego pelo desenho urbano (e não pela sinalização ou radares) é o caminho a seguir para reduzir atropelamentos.


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Duarte d´Araújo Mata

sábado, 20 de março de 2010

Aquele abraço!...

"Chamam-nos os taliban americanos, mas nós não somos terroristas. Só tocamos nas pessoas para as abraçar"

http://www.publico.pt/Mundo/reportagem-o-exercito-de-deus-quer-salvar-o-texas-e-depois-a-america_1428539

sexta-feira, 19 de março de 2010

O Instituto de Meteorologia, as previsões meteorológicas e o dinheiro dos contribuintes

Professor Delgado Domingos
Créditos da Foto: http://aeiou.expresso.pt

Já utilizo o site do IST em http://meteo.ist.utl.pt/mapa-portugal-frames.html para decidir se posso fazer trabalho de rua, ir de bicicleta ou escolher o destino do fim de semana. Nunca falha!
 
Mas agora, Delgado Domingos revela-nos como um Instituto Público, o Instituto de Meteorologia, com muitos milhões dos contribuintes, se escusa a prestar contas do trabalho que presta à comunidade em termos da eficácia dos seus modelos de previsão e como veda informação à investigação. 
 
Ao contrário deste pequeno (grande) centro de I&D universitário, cuja dimensão muito reduzida e com orçamento mínimo, baseado em dados gratuítos obtidos nos EUA, consegue resultados inversamente proporcionais à sua dimensão, em termos da sua eficácia, transparência e na qualidade do serviço público que presta.
 
O pior é que envolve a tragédia da Madeira!
 
A lêr em:
 

quinta-feira, 18 de março de 2010

CARNE E PREÇO OU MEGA CARNES?

Porco Alentejano em equilibrio com o montado, pasta em aparente liberdade
 
 
Mesmo ao lado do meu trabalho, antigamente uma frutaria, o ainda recente talho 'CARNIPREÇO' vai dar lugar ao novo 'MEGACARNES'.
 
Os preços são, em ambos os casos muito baixos (frango a menos de 1,00EUR/Kg...), como desde logo se percebe pelas designações, mas na versão MEGA o logotipo da loja é ... um coelho com óculos escuros (!!)...
 
Por mim, faço questão de não tornar obrigatório colocar junto da palavra CARNE a desigação de PREÇOS BAIXOS ou de MEGA:
 
A carne, grande responsável pela alteração e degradação do uso do solo em todo o mundo, obriga a uma opção racional consumindo-a em quantidades reduzidas, assentando a escolha em produções sustentáveis, ao ar livre em pastos geridos de forma ambientalmente responsável e optando por raças de origem local, uma vez que as mesmas estão frequentemente em equilibrio com os ecossistemas locais, fazendo parte deles.
 
Produções sustentáveis não estão naturalmente associadas a preços baixos, pelos custos ambientais e sociais dessa escolha.
Produções sustentáveis levam mais tempo a criar os animais.
Produções sustentáveis tratam os seus efluentes.
Produções sustentáveis transportam os animais em condições óptimas.
 
Cabe-nos a nós reduzir o consumo de carne e optar pela qualidade.
No fim, teremos gasto em absoluto o mesmo dinheiro mas poupado o Planeta e a nossa saúde.
 
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