Créditos da foto: www.publico.pt, de 10 de Maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
O futebol são 11 contra 10 e mais uma bola...
Créditos da foto: http://diadehoje.files.wordpress.com/2008/02/aguia-e-o-pardal.jpg
"Benfica passou um terço do campeonato a jogar contra 10"
http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1436276sexta-feira, 7 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Este não precisa do 13º mês para viver...
Créditos da foto:
"Se o país está a ter dificuldades em endividar-se no estrangeiro, porque é que o povo não contribui, comprando dívida pública? Se sabemos que temos um índice de poupança das famílias extremamente reduzido, metade do espanhol, então teremos que ensinar as pessoas a fazê-lo, e a forma mais prática é dizer que vão, obrigatoriamente, receber uma parte do seu subsídio de férias ou Natal em títulos da dívida pública."
Quanto ganhará este Sr. gestor para vir ensinar os outros a poupar?
Isto faz-me sempre lembrar quando eu imaginava que um director de uma empresa tinha rendimentos mensais altos, sei lá, tipo 25.000EUR...sou mesmo ingénuo!
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
E uma greve no dia 13 de Maio?

Créditos da Foto: www.publico.pt (Bartoon de 01 de Maio de 2010)
Não podia estar mais de acordo com o teor, sempre certeiro, da crítica de Bartoon.
Esta semana suportei 3 greves de transportes, o País debate-se com problemas de liquidez, avançam-se cortes nas prestações sociais, corta-se investimento público, aguardam-se mais e mais preocupações.
Eis que, e enquanto o Benfica não ganha o campeonato ou a Selecção não começa a ocupar a mente e as capas dos jornais, o Governo avança com uma tolerância de ponto a propósito da visita Papal.
Uma medida que considero excessiva no contexto de Estado Laico e que, ao contrário do nosso Bartoon, não colhe uma única crítica ou reparo da Sociedade, porque se trata disso mesmo...de não ir trabalhar!
E para isso os Sindicatos, o PCP, o BE, não dizem nada? Seria um bom exemplo de preocupação pela produtividade Nacional vir criticar o Governo por ter avançado com esta medida, sugerindo deixar a opção de ter o dia 13 livre ao critério de cada um. Considero que qualquer pessoa tem o direito de querer ir vêr o Papa a Fátima.
Todos os anos milhares de pessoas usam das suas férias para ir a Fátima ou ir vêr o Papa. É um direito, é uma opção.
Fomos todos incluídos nessas férias religiosas este ano?
Agora já somos um País Católico? Somos, se é para não ir trabalhar...
Nestas pequenas coisas salta-me à vista o povo que somos.
E como diria o outro: "Peço desculpa pela frontalidade!"
Não podia estar mais de acordo com o teor, sempre certeiro, da crítica de Bartoon.
Esta semana suportei 3 greves de transportes, o País debate-se com problemas de liquidez, avançam-se cortes nas prestações sociais, corta-se investimento público, aguardam-se mais e mais preocupações.
Eis que, e enquanto o Benfica não ganha o campeonato ou a Selecção não começa a ocupar a mente e as capas dos jornais, o Governo avança com uma tolerância de ponto a propósito da visita Papal.
Uma medida que considero excessiva no contexto de Estado Laico e que, ao contrário do nosso Bartoon, não colhe uma única crítica ou reparo da Sociedade, porque se trata disso mesmo...de não ir trabalhar!
E para isso os Sindicatos, o PCP, o BE, não dizem nada? Seria um bom exemplo de preocupação pela produtividade Nacional vir criticar o Governo por ter avançado com esta medida, sugerindo deixar a opção de ter o dia 13 livre ao critério de cada um. Considero que qualquer pessoa tem o direito de querer ir vêr o Papa a Fátima.
Todos os anos milhares de pessoas usam das suas férias para ir a Fátima ou ir vêr o Papa. É um direito, é uma opção.
Fomos todos incluídos nessas férias religiosas este ano?
Agora já somos um País Católico? Somos, se é para não ir trabalhar...
Nestas pequenas coisas salta-me à vista o povo que somos.
E como diria o outro: "Peço desculpa pela frontalidade!"
sexta-feira, 30 de abril de 2010
"Ah, são do sul da Europa? Então deve haver alguma coisa errada, não são de confiar"
Paul De Grauwe, professor da Universidade de Lovaina e um dos maiores especialistas da união monetária europeia in http://economia.publico.pt/Noticia/quando-se-e-do-sul-ese-menos-credivel_1434360
"O corte do rating da dívida portuguesa é justificado?
Não, mas é o comportamento típico das agências de notação, que reagem aos mercados. Como as taxas de juro aumentaram nos últimos dias, as agências cortam os ratings, o que só desestabiliza os mercados. Fazem sempre isto, é uma vergonha. O poder desta gente deveria ser restringido.
Pensa então que não se pode comparar a situação portuguesa com a grega?
Claro que não. Portugal está em muito melhor situação que a Grécia. O défice orçamental é elevado, mas no Reino Unido ou Irlanda ainda é maior. A dívida também é muito mais baixa do que na Grécia, é comparável à da Bélgica. Só que as agências não reparam na Bélgica, só reparam em Portugal.
E porquê?
Porque há um preconceito no mercado, do tipo: "Ah, são do sul da Europa? Então deve haver alguma coisa errada, não são de confiar."
Isso é racismo?
Não sei como lhe chamar, mas é um comportamento típico. Quando se é do Sul, é-se menos credível. As agências são muito anglo-saxónicas."
Não, mas é o comportamento típico das agências de notação, que reagem aos mercados. Como as taxas de juro aumentaram nos últimos dias, as agências cortam os ratings, o que só desestabiliza os mercados. Fazem sempre isto, é uma vergonha. O poder desta gente deveria ser restringido.
Pensa então que não se pode comparar a situação portuguesa com a grega?
Claro que não. Portugal está em muito melhor situação que a Grécia. O défice orçamental é elevado, mas no Reino Unido ou Irlanda ainda é maior. A dívida também é muito mais baixa do que na Grécia, é comparável à da Bélgica. Só que as agências não reparam na Bélgica, só reparam em Portugal.
E porquê?
Porque há um preconceito no mercado, do tipo: "Ah, são do sul da Europa? Então deve haver alguma coisa errada, não são de confiar."
Isso é racismo?
Não sei como lhe chamar, mas é um comportamento típico. Quando se é do Sul, é-se menos credível. As agências são muito anglo-saxónicas."
(...)
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