segunda-feira, 12 de julho de 2010
Da Mata e Del Bosque
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Depois do Cargueiro à vela...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O Serviço Nacional de Saúde
Comecei no privado: sala de espera XPTO, TV com canal próprio de programas, informações modernas em rodapé, cadeiras modernas, ambiente louje. Problema: falta de médicos! No momento do atendimento, o (único) médico especialista para o assunto atendia noutra ala do Hospital! Procedimento? Anular a urgência e marcar uma consulta de especialidade (!) e esperar (noutra sala de espera XPTO) que o médico pudesse atender, sem previsões de tempo. Desisti nessa altura e parti para o público.
No hospital público, o atendimento foi, mais uma vez fenomenal (para que é que insisto em ir a outro sítio??). 2 minutos para triagem e 10 minutos para consulta. Em mais 50 minutos tudo se resolveu no que respeita aos vários exames complementares que havia a fazer. As salas de espera não eram tão XPTO, apesar de limpas e cómodas e o pessoal sempre prestável.
Tenho tido e tenho sabido de inúmeros casos semelhantes ao meu. Um serviço público de saúde eficiente, de confiança, sério. Haverá que melhorá-lo, todos os sabemos, mas numa altura em que tanto se fala em baixar a despesa pública à custa do SNS e da sua qualidade e de "abrir" a saúde aos privados, não deixo de pensar com preocupação perante algo que está estruturado e preparado para funcionar bem e quando comparado com tantos maus exemplos no privado.
Dos Hospitais privados, quando se trata de emergências e de prestar serviço público? Não, obrigado!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Sobre o Seminário "Urbanismo em Tempos de Mudança"
"Departamento de Arquitectura
Universidade Autónoma de Lisboa
Seminário DA/UAL 2010
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URBANISMO EM TEMPOS DE MUDANÇA
Novos paradigmas sociais, económicos e territoriais
8 de Julho | Lisboa
URBANISMO EM TEMPOS DE MUDANÇA
A crise económica que teve início em 2008 no Ocidente destaca-se das demais não somente pela sua dimensão, mas também pela sua natureza: contrariamente às precedentes, resulta não tanto da sobrevalorização de activos bolsistas como sobretudo do sobreaquecimento dos mercados hipotecários.
Por consequência, os sectores do imobiliário e construção civil vêem-se, depois de décadas de certa bonança, relativamente carentes de financiamento. O urbanismo, por seu turno, enfrenta além deste desafio económico uma nova realidade demográfica e territorial, vendo-se a braços com amplas malhas urbanas sub-povoadas à espera de um novo sentido útil.
O seminário Urbanismo em Tempo de Mudança pretende criar uma oportunidade para o público interessado escutar as perspectivas de vários especialistas que, seguindo trajectórias variadas naquela disciplina, têm para oferecer opiniões solidamente abalizadas sobre o status quo e o futuro próximo do planeamento das portuguesas.
Pela coordenação, Pedro Bingre do Amaral
LOCAL
Auditório da UAL
Boqueirão dos Ferreiros 11 , 1200-186 Lisboa
-Entrada livre-
PROGRAMA
10h00 Recepção
10h30 Eng.º Fernando Santo: Ordenamento, urbanismo e habitação
Professor do ISEG | Vogal do Conselho de Administração da Empresa Pública de
Urbanização de Lisboa | Bastonário da Ordem dos Engenheiros de 2004 a 2010
11h00 Eng.º Fonseca Ferreira: O urbanismo à escala da região
Professor Associado da Universidade Atlântica | Vereador do Município de Palmela |
Presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo de 1998 a 2009
11h30 Eng.º Ricardo Veludo: Economia imobiliária em transição
Docente da Universidade Católica e da Escola Superior de Actividades Imobiliárias |
Consultor na área do Planeamento e Urbanismo
12h00 Debate
13h00 Almoço
14h30 Arq.ª Helena Roseta: Planeamento emergente
Vereadora do Município de Lisboa | Bastonária da Ordem dos Arquitecto de 2001 a 2007
15h00 Prof. Paulo Correia: Urbanismo e Política de Solos
Professor Associado do Instituto Superior Técnico | Membro do "Editorial Board"
da revista "Planning Theory and Practice", Routledge & Royal Town Planning Institute, Londres
15h30 Prof. Sidónio Pardal Ordenamento dos espaços rústicos
Professor Associado do Instituto Superior de Agronomia | Arquitecto Paisagista
16h00 Debate
17h00 Encerramento"
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Porque o Nuclear é MESMO uma perversão!
Randall Bowie, consultor sénior do grupo dinamarquês Rockwool International ao "PUBLICO"
sábado, 26 de junho de 2010
Público - Câmara de Lisboa discute tarifas distintas para estacionar em diferentes zonas da cidade
Fernando Nunes da Silva já o defende há anos. E sempre defendeu igualmente a gestão da oferta do estacionamento como outro instrumento ainda não utilizado para gerir a mobilidade.
E ainda faltam os parques dissuasores. Só depois as portagens à entrada da Cidade poderão ser equacionadas. Como há muito defendo, as portagens à entrada da cidade não são o essencial e podem ser um elemento "centrifugador" do uso da Cidade. Vamos então por partes. Comece-se pelo preço e depois pela oferta. Depois veremos o que se deverá seguir.
Público - Câmara de Lisboa discute tarifas distintas para estacionar em diferentes zonas da cidade
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Atrapalhado com a bicicleta?
Benfica em Bicicleta
Workshop de Condução e Oficina Aberta
Próxima sessão: 4 de Julho, das 10h às 17h.
Restantes sessões: 1 de Agosto; 5 de Setembro; 3 de Outubro; 7 de Novembro;
Local: Cooperativa POST (antiga Fábrica Simões), Av. Gomes Pereira nº 11, Lisboa
Coordenador / Responsável: Ricardo Sobral
Dirigido a pessoas a partir dos 10 anos de idade, que já tenham competências básicas de controlo da bicicleta (equilíbrio, saber pedalar)
Inscrições GRATUITAS em: benficaembicicleta@gmail.com
Workshop de Condução da Bicicleta na Cidade
O objectivo deste programa é promover na população local os conhecimentos básicos de modo a tornar o uso da bicicleta uma opção viável de transporte nas pequenas deslocações quotidianas. Através de aulas teóricas e práticas de iniciação à condução de bicicleta no trânsito, pretende-se dotar os participantes com conhecimentos que lhes permitam usar a bicicleta e a circular na estrada em segurança e com confiança. Pretende-se igualmente motivar as pessoas para esta opção. Ensinar noções básicas sobre as regras do Código da Estrada, nomeadamente os artigos aplicáveis às bicicletas. Noções sobre a bicicleta, segurança pessoal na condução do veículo e desenvolver competências de operação e condução.
Sessão Teórica
Duração – 60 minutos
Programa: Vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte, equipamento e acessórios necessários incluindo noções de segurança pessoal e da bicicleta: seguros, cadeados, etc. Regras de circulação em estrada e principais sinais de trânsito. Regras de trânsito específicas para os ciclistas, direitos e responsabilidades dos utilizadores de bicicleta. Noções teóricas de condução defensiva e das causas mais comuns da sinistralidade rodoviária com ciclistas.
Sessão Prática (Nível 1 e 2)
Duração – 120 minutos.
As bicicletas deverão ser trazidas pelos participantes. Caso não tenha uma, por favor indique-o durante a inscrição.
Programa:
Check-up às bicicletas – Noções básicas de mecânica, verificação e ajuste da bicicleta de forma a garantir a segurança e conforto do ciclista. Duração – 30 minutos.
NÍVEL 1
Destreza e controlo da bicicleta – Exercícios, jogos e testes de avaliação e desenvolvimento das competências de controlo da bicicleta, essenciais para a segurança, conforto e confiança do ciclista na condução da bicicleta em estrada. Duração – 90 minutos.
NÍVEL 2
Introdução à condução em estrada – Exercícios de circulação e manobras na via pública, incluindo ciclovias. Posicionamento na estrada. Observação e comunicação com os restantes utilizadores da via (automobilistas, peões, etc.). Duração – 90 minutos.
Oficina Aberta
Com a ajuda de mecânicos, pretende-se estimular e incentivar os participantes a arranjar os problemas mais simples das suas bicicletas tornando-os, assim, mais autónomos em caso de necessidade de resolução de um problema mecânico numa qualquer situação do dia-a-dia. Trocar pneus, remendar furos, afinar travões e mudanças e, acima de tudo, saber identificar os problemas de forma a evitar usar a bicicleta de forma inapropriada e potencialmente insegura.
Duração – 120 minutos.
As oficinas abertas serão realizadas com recurso a bicicletas trazidas pelos participantes ou, em alternativa, fornecidas pelo POST.
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Utilize a bicicleta na cidade. Saiba como:
http://bicicletanacidade.blogspot.com/


