sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Alegria no trabalho...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
BPN: Pouca Vergonha!
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Google (Street View) impedida de trabalhar
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O procurador-geral “tem os poderes da rainha de Inglaterra"
Uma entrevista de Pinto Monteiro ao "Público" que é, no mínimo, esclarecedora do funcionamento e credibilidade (descredibilidade) da nossa justiça.
O sistema está feito exactamente para não funcionar. Quem roubar por esticão num autocarro, apanha prisão. Quem fizer tráfico de influências, corrupção, branquamento de capitais, é porque está suficientemente dentro do sistema para, no fim de tudo, poder não apanhar nada.
Depois do caso de tentativa de corrpução (provada) a um vereador da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, com tudo gravado e claro como água, ter acabado no próprio vereador a ter que pagar uma indemnização ao corruptor, já não acredito em mais nada!
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O procurador-geral da República admitiu que nunca conheceu um despacho igual ao redigido pelos procuradores responsáveis pelo processo Freeport. Em entrevista ao "Diário de Notícias", Pinto Monteiro afirma que "não há nenhuma explicação credível para não ter sido ouvido quem quer que seja" durante os seis anos em que o caso se "arrastou".
Numa entrevista por escrito publicada hoje no diário, Pinto Monteiro afirma que "na longa vida de magistrado, nunca conheceu um despacho igual, nem tem memória de alguém lho referir", quando questionado se considerou normal que tenham sido redigidas 27 perguntas ao primeiro-ministro no âmbito do processo e que estas tenham ficado sem resposta, já que José Sócrates nunca chegou a ser ouvido.
O procurador-geral sustenta que "não há nenhuma explicação credível para não ter sido ouvido quem quer que seja, a não ser que não existissem razões para isso ou os responsáveis pela investigação (por qualquer motivo desconhecido) não o quisessem fazer".
Pinto Monteiro defende que é "fundamental esclarecer tudo o que se tem passado desde a origem do processo". Mais, o magistrado considera "absolutamente necessário" que o poder político "decida se pretende um Ministério Público autónomo" ou "o actual simulacro da hierarquia" em que o procurador-geral "tem os poderes da rainha de Inglaterra".
Defensor da definição de um modelo de justiça no país – "se um sistema em que o sindicato quer substituir as instituições ou um Ministério Público responsável" –, critica o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público por ser "um mero lobby de interesses pessoais que pretende actuar como um pequeno partido político".
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Faz hoje 10 anos
Faz hoje exactamente 10 anos que partia para o meu 1º Inter-Rail.
Comemoro a data, curiosamente, com uma viagem de comboio (em Portugal).
Uma experiência interessante e enriquecedora, por vezes fisicamente muito custosa, de 30 dias pela Europa, recebendo informação nova às toneladas e descobrindo muito.
Um itinerário porventura demasiado ambicioso para apenas 30 dias. Gastei ao todo cerca de 200 contos (1000 EUROS).
O investimento está mais que pago num retorno imenso.
O percurso mais ou menos este:
Lisboa - Hendaye (viagem "dramática" num comboio dos anos 70 aos "trambolhões",Português de Angola, a desafiar a imensidão da Península desde as 18.00h às 09.00h do dia seguinte).
Hendaye - Paris (TGV, uma reviravolta brusca para um mundo civilizado)
Paris - Bruxelas
Bruxelas - Amesterdão / Roterdão / outras
Roterdão - Munster (agradável surpresa a Alemanha em geral, e esta pequena cidade em particular)
Munster - Hannover (EXPO 2000)
Hannover - Berlim (2ª visita a uma cidade inesquecível)
Berlim - Viena
Viena - Praga (muito bom)
Viena - Cracóvia
Cracóvia - Budapeste
Budapeste - Lubliana / Alpes (Eslovénia, um País a repetir)
Lubliana - Veneza
Veneza - Paris (a viagem via Barcelona estava esgotada...)
Paris - Hendaye
Hendaye - Lisboa (golpe final no cansaço, onde após algumas viagens em bons e confortáveis comboios, fui obrigado a lembrar-me de que estava a chegar a Portugal (aos trambolhões)
Já repeti a experiência depois, dispensando contudo o atravessar a península.
Daqui a uns anos, e sabendo que o Inter-Rail não tem limite de idade, conto repetir a experiência, agora em família!


