domingo, 19 de setembro de 2010

A Sesta

"Impor abandono da sesta é uma "tortura" praticada em muitos infantários"

Muitos gozaram com Mário Soares e com as suas "sestas"...
Foi como gozar com alguém que assumisse " como muitos vegetais e pouca carne. É pela minha saúde, percebem?".
Não, não percebem e até aplicam a receita até a meninos de colo...um erro!

Vêr aqui:
http://www.publico.pt/Sociedade/impor-abandono-da-sesta-e-uma-tortura-praticada-em-muitos-infantarios_1456606


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Boas notícias: Classificação da Linha Ferroviária do Tua em curso

Foto AQUI
 
Até o meu filho, quando lá foi, e só com 4 anos de idade, disse-me logo e durante semanas:
"Pai, não quero que esta linha desapareça debaixo de água"
Conhecem os míudos dentro do carro a perguntar "quanto falta, quanto falta para chegar?" Pois, é isso mas a perguntar se a Barragem vai destruir este Património!
Até um míudo sente que aquilo não fica bem"com uma grande parede de betão" como disse o nosso PM quando lá foi.
 
 
Agora, o IPPAR avança com o processo de classificação, e eu considero isso uma grande notícia! Se esta barragem alguma vez avançar, estaremos na presença de um erro monstruoso, de consequências patrimoniais, ambientais e mesmo económicas incalculáveis. O poencial turistico desta linha e deste vale ultrapassa largamente as vantagens de mais uns Mega Watts de elecricidade, a serem consumidos numa urbe qualquer deste País!
 
 
Vêr os detalhes aqui:
 
 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Ai, ai, ai...isso é que não!

Alemanha quer prolongar vida de centrais nucleares

(http://www.publico.pt/Mundo/alemanha-quer-prolongar-vida-de-centrais-nucleares_1454516)


"O acordo quer dizer que vamos ter segurança energética", declarou a chanceler, dizendo-se "muito satisfeita" com a decisão tomada após uma polémica de meses e uma maratona de discussões que terminaram na noite de domingo.

As centrais que foram construídas antes de 1980 vão estar em funcionamento mais 8 anos para além do prazo antes previsto de encerramento, definido no Governo do antecessor de Merkel, Gerhard Schröder. As mais recentes terão 14 anos adicionais. O país vai, assim, produzir energia nuclear durante as próximas três décadas, nota a revista "Der Spiegel".

O acordo pede uma contribuição das empresas que produzem energia atómica para investimento em energias renováveis – que não são ainda, disse Merkel, suficientes para compensar um encerramento das centrais atómicas. "A energia nuclear é uma tecnologia de ponte", sublinhou.

A notícia foi boa para a bolsa alemã, que subiu, puxada por duas empresas de produção de energia atómica, a E.ON e a RWE. Mas poderá não ser tão boa para o Executivo de Merkel, já que a extensão do nuclear não é muito popular e o Governo está com baixa aprovação (numa sondagem da estação de televisão ARD, 81 por cento dos inquiridos diziam não estar satisfeitos com o Executivo).

A oposição reagiu em força e o líder dos sociais-democratas (SPD), Sigmar Gabriel, prometeu desafiar a decisão em tribunal, para obrigar o Governo a levá-la ao Bundesrat, o Conselho Federal, onde SPD e Verdes a chumbariam (é dúbio se é preciso apenas aprovação do Bundestag, o Parlamento, ou ainda do Bundesrat).

A decisão alemã surge quando outros países europeus, incluindo Itália e Suécia, reconsideram políticas em relação à energia atómica.


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Duarte d´Araújo Mata

terça-feira, 31 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

A brincar com gazes

in PUBLICO de 29/08/2010

O Mercado (Bolsa) do Carbono no seu melhor!

Pode transaccionar-se carbono. Assim, Países "mais desenvolvidos" compram direitos aos que estão em vias de desenvolvimento. Perverso? Sim, porque assim a vantagem de se obrigar a reduzir emissões cai imediatamente por terra. Os que mais "podem", pagam. Os que recebem, provavelmente nem sequer iriam atingir os patamares estabelecidos.
No meio, negoceia-se...mas em carbono. Todos saímos a perder. Uma farsa.
Por isto é que tanto se confunde Alterações Climáticas com CO2. Para se poder ganhar dinheiro com ela e já.


Vinhos de Lisboa

Ora aqui está uma boa ideia.
Engraçado que a "conjuntura" é vista pelo jornalista como negativa. Não estamos a falar de Imobiliário, mas sim de agro-indústria de qualidade!




"Conjuntura: Vinhos de Lisboa vendem mais em 50 países

Apesar da crise, as vendas do vinho da região de Lisboa têm crescido nos últimos anos, muito pela aposta destes produtores nas exportações, que atualmente têm como destino 50 países.

Segundo Carlos João Pereira da Fonseca, da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR-Lisboa), esta CVR foi autorizada a mudar a designação de "Estremadura" para "Lisboa" em maio 2008, pelo que os vinhos apenas em 2009 começaram a usar a nova designação e "é demasiado cedo para se ter números fiáveis acerca da influência que a mudança de nome teve nas vendas da região".

No entanto, os resultados que esta região tem obtido "são muito positivos", tendo "subido todos os anos no número de vinho certificado", apesar da crise, passando de "cerca de 17, quase 18 milhões de garrafas em 2007 para 21 milhões de garrafas em 2009", considerou.

"Este ano, até junho, no primeiro semestre, voltámos a subir sete por cento e as exportações têm continuado também a ser um dos grandes motores das vendas da nossa região. Nós exportamos, pelos números que temos, mais de 50 por cento do vinho certificado, neste momento, para mais de 50 países", afirmou.

Este responsável salientou que a região transformou-se muito nos últimos tempos, "desde a nova tecnologia, às adegas, aos enólogos e aos próprios produtores", já que ao lado dos tradicionais, há novos produtores "que estão há 10 ou 12 anos no mercado".

Carlos João Pereira da Fonseca salientou que a alteração da designação da CVR pretendeu "um nome que tivesse maior notoriedade no mercado externo", porque "o mercado nacional que é um mercado saturado" e "o nome de Lisboa, que é a capital do país, é uma grande referência".

"Evidentemente que também temos crescido no mercado nacional. Este aumento todo não é só da exportação, mas a parte mais significativa é a do mercado externo", salientou.

O vinho de Lisboa é exportado sobretudo para Angola, Bélgica, Reino Unido e EUA.

Depois há outros destinos importantes, como a Noruega, à cabeça de outros países eslavos, o Canadá e a Alemanha, numa lista de 50 países que inclui destinos tão diferentes como o Brasil, a Austrália, a China, os Emirados Árabes, a Índia, o Qatar e Guadalupe.

Para promover o vinho no estrangeiro, a CVR-Lisboa participa em ações com outras entidades, mas também tem iniciativas próprias, muitas com o apoio da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que tem decrescido muito nos últimos anos.

"O Estado desinvestiu muito nos orçamentos dos ICEP locais e nós temos tido muita dificuldade em obter apoio do ICEP precisamente pela falta de meios que as delegações têm nos mercados de destino", criticou, salientando que Portugal "tem de continuar a apostar nos mercados e é claro que isso custa muito dinheiro, mas é um trabalho que tem de ser feito e tem de haver apoio se se quiser continuar a exportar".

Diário Digital / Lusa

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alegria no trabalho...

As pessoas sentem-se contentes se gostarem do que fazem. Se forem remuneradas de acordo com as suas capacidades, incentivadas, gratificadas de acordo com os resultados, talvez andem mais contentes!
 
Não tenho dúvidas que o grande problema de Portugal no trabalho resulta, em geral, da falta de visão dos nossos gestores e chefias e não tanto da falta de empenho dos trabalhadores.
 
As constantes notícias que vêm a público das remunerações dos nossos gestores, da discrepância quando comparadas com a médias dos trabalhadores (e refiro-me à média dos trabalhadores qualificados), talvez seja um bom motivo de desmotivação, não?

 
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