domingo, 7 de novembro de 2010

O Negócio da China...

Fonte: http://henricartoon.blogs.sapo.pt/


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ainda a "famosa" Pista Ciclável do Aeroporto (de Lisboa)

Foto AQUI

A propósito da notícia da ANA Aeroportos de Portugal ter patrocinado um percurso ciclável da Rede de Lisboa, ligando o Aeroporto com o Parque das Nações, no total de 4,5km e cerca de 750.000EUR, Miguel Sousa Tavares veio exigir hoje a demissão do Presidente desta empresa na SIC Notícias.

São muitos os Aeroportos que investem na qualificação do espaço público, ou do espaço natural das Cidades onde se inserem. Foi o que entendeu fazer o Aeroporto de Lisboa, ficando com uma pista ciclável que liga ao Parque das Nações, mas também no sentido contrário liga à Av. de Roma, à Cidade Universitária, aos Estádios do Sporting e do Benfica, aos grandes Centros Comerciais e a algumas áreas de Serviço. Qualquer turista nota, quando chega a Lisboa, que sair do aeroporto a pé (ou de bicicleta) era manifestamente impossível.

Miguel Sousa Tavares (MST), do alto do seu "jipão", acha inconcebível que alguém possa ir apanhar o avião "cheio de malas". Pois é MST, mas o Aeroporto é dos maiores empregadores na Cidade de Lisboa, com cerca de 3.000 empregos permanentes. Para esses, o dia-a-dia não é apanhar aviões, é trabalhar para que, quem queira ir de Jipe apanhar aviões (ou de bicicleta), o possa fazer.

Para MST, também não fará sentido nenhum levar a bicicleta aos Hospitais, já que os doentes, estão doentes, e por isso, não podem pedalar.

Aliás, para MST, como para Ruben de Carvalho, Marcelo Rebelo de Sousa e tantos outros, não faz sentido nenhum a bicicleta (Ponto!).

E este continua a ser o ponto fulcral. 700 mil euros para bicicletas é escandaloso. Para estradas, ponham-se mais 6 zeros em cima, que MST não se importa. Desde que o "Jipão" possa andar...
A mim não me engana...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

As "Vinhas da Ira"

http://economia.publico.pt/Noticia/citroen-contrata-exoperarios-a-ganhar-menos-do-que-auferiam_1463863

Mangualde: "Citroën contrata ex-operários a ganhar menos do que auferiam"
 
Volta John Steinbeck! Estás perdoado! 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Para que servem os Planos Verdes?

Para se evitar isto!!
 
Alcântara / Lisboa, 29 de Outubro de 2010
11:00H da manhã
 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O "outro" CO2...

Esta notícia marca bem qual o verdadeiro "termómetro" do Planeta: a sua Biodiversidade!
 
Foto e Notícia em http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/o-planeta-pode-estar-a-perder-a-coluna-vertebral-da-biodiversidade_1462962

A Biodiversidade é o resultado da qualidade dos Habitats, da sua diversidade e do seu equilibrio.
O problema é complexo, mas simplificadamente não basta dizer-se que temos uma área propícia ao desenvolvimento de uma espécie ou grupos de espécies. A dimensão, a unidade, até a forma da referida parcela, saber-se se está em rede com outras, todos esse aspectos configuram o sucesso de uma espécie e, por isso, o sucesso de toda uma cadeia que com ela se relaciona.
 
É por isso que é necessário proteger-se os Habitats, as reservas de solos potenciadoras de Habitats, todas as espécies animais e vegetais, por mais insignificantes que nos possam parecer, e até aquelas que, sem sabermos, podem constituir a causa do colapso de um determinado ecossistema.
 
É por isso que o frenético empenho na não emissão de CO2 é um erro, pois configura falhar o alvo. O alvo é a Biodiversidade e o CO2, porque é muitas vezes associado a emissões e acções sobre o território), é apenas um "meio". É na Biodiversidade que podem e têm que se ser criados mecanismos de protecção (Fundos de Conservação e outros) e toda uma gama de políticas de protecção territorial que trazem repercussões, a serem medidas em Biodiversidade.
 
Entenda-se: Biodiversidade é o resultado do equilibrio do território, e não sinónimo de "muita diversidade" ou "muitas espécies".
 
Enquanto a banca dinamiza (e financia) o mercado do CO2 sem sabermos bem o seu interesse para além do próprio...mercado, a comunidade internacional começa agora a falar do verdadeiro problema global. faltam agora os mecanismos. E depressa, andámos a perder demasiado tempo com o CO2.
 
Nota: Porque o CO2 está tantas vezes ligado a processos ineficientes do ponto de vista energético, a tomada de atitude que está associada a tantas acções públicas e privadas visando a sua redução é positiva, porque acaba por afectar positivamente o processo ineficiente em si mesmo. Daí que esteja de acordo com a generalidade das soluções e campanhas nesse sentido.
Mas a subversão desta lógica da eficiência energética, conduz a que, em nome de um CO2 "nulo", se defenda o Nuclear como solução energética, o Carro Eléctrico como a solução de mobilidade, a ECO-construção em locais onde a edificação é desaconselhada, e por aí fora.  Esse tem sido o mal do CO2...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lisbon Cycle Chic

foto: LISBON CYCLE CHIC:

http://www.lisboncyclechic.com/?p=424

Andar de bicicleta no quotidiano é uma mudança de atitude, para muitos, quase impossivel. Lisboa sempre foi motivo de discussão sobre a possiblidade ou não de usar a bicicleta. Em 2007 decidiu-se avançar com uma forte política para o uso da bicicleta.
Muito se discute sobre as decisões mais adequadas para aumentar o uso de ciclistas, e para os fazer circular em segurança.

Sempre defendi uma rede fundamental de Percursos Cicláveis dedicados (em espaço próprio), ganhando espaço de cidadania e fazendo massa crítica.
A bicicleta passou em Lisboa de utopia a uma possibilidade real. De possibilidade a realidade falta ainda outro tanto.
Mas já se fez metade do caminho!

Eu acredito que a bicicleta será uma realidade. Esta senhora prova isso mesmo! A FOTO mostra a utilização de uma das recentes ciclovias de Lisboa (Benfica - Telheiras), onde ainda ontem, em menos de 5 minutos, vi 5 ciclistas, e nenhum deles a fazer desporto. Quando foi inaugurada tenho zero ciclistas. É natural, embora muitos tenham denegrido a importância desta opção, que passou ainda por reduzir de 4 para 2 faixas de rodagem o tráfego nesta via.
Para esta senhora, a decisão de andar de bicicleta fez-se, quase de certeza, pela possibilidade que este percurso lhe proporcionou.
Mas esta senhora não tem, nem terá, pistas cicláveis para chegar a todo o lado. Terá pois que andar com os carros em muitas situações. Para isso, restringir o tráfego é fundamental e, muito importante, reduzir-lhe a velocidade.
E depois educação e civismo.
É importante que as pessoas percebam que podem andar na estrada, em condições de pouco tráfego e velocidades reduzidas.

Em paralelo ao trabalho das ciclovias, tem que ser feito o trabalho de compatibilização dos ciclistas na estrada. É urgente que se faça!
As zonas 30 e a circulação na faixa BUS podem ser impulsos decisivos e têm que acontecer.
Não há tempo a perder. De que estamos à espera?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O OE, pelo menos, não nos cortará isto!

Nascer do Sol no Tejo, 21-10-2010
 
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