quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O Decrescimento Sustentável

(de http://pt.indymedia.org/conteudo/agenda/2606)

Data: Sexta, 12/11/2010 - 11:00
Local: Auditório da Biblioteca FCT-UNL (Almada)

É possível criar uma sociedade onde se possa viver melhor com menos?

Palestra sobre decrescimento sustentável com a participação de Giorgos Kallis,
professor ICREA do Instituto de Ciências e Tecnologias Ambientais da
Universidade Autónoma de Barcelona (http://icta.uab.cat/icta)


Os subsídios aos combustíveis fósseis em 2009 superaram, a nível global, os apoios às energias renováveis em mais de cinco vezes!

"Os subsídios aos combustíveis fósseis em 2009 superaram, a nível global, os apoios às energias renováveis em mais de cinco vezes."

(...)

"A Greenpeace discorda, porém, de alguns cenários da AIE, que consideram a energia nuclear e a tecnologia de captura e armazenamento de carbono como alternativas para uma realidade energética mais sustentável."

ARTIGO AQUI


São dados impressionantes!
Continuamos a incentivar o petróleo e a penalizar as energias renováveis.
Uma ideia para relançar a economia: transferir estes incentivos para obras de eficiência energética em edifícios e iluminação pública, por exemplo!
O número de empregos que não criaria...e emprego especializado, de proximidade.

Temo sempre que os Lobbys do nuclear consigam captar esses investimentos em nome do "CO2 Zero" e manter-se a ineficiência energética, as alterações de uso do solo e a continuação do actual paradigma de planeamento e uso do solo.

domingo, 7 de novembro de 2010

O Negócio da China...

Fonte: http://henricartoon.blogs.sapo.pt/


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ainda a "famosa" Pista Ciclável do Aeroporto (de Lisboa)

Foto AQUI

A propósito da notícia da ANA Aeroportos de Portugal ter patrocinado um percurso ciclável da Rede de Lisboa, ligando o Aeroporto com o Parque das Nações, no total de 4,5km e cerca de 750.000EUR, Miguel Sousa Tavares veio exigir hoje a demissão do Presidente desta empresa na SIC Notícias.

São muitos os Aeroportos que investem na qualificação do espaço público, ou do espaço natural das Cidades onde se inserem. Foi o que entendeu fazer o Aeroporto de Lisboa, ficando com uma pista ciclável que liga ao Parque das Nações, mas também no sentido contrário liga à Av. de Roma, à Cidade Universitária, aos Estádios do Sporting e do Benfica, aos grandes Centros Comerciais e a algumas áreas de Serviço. Qualquer turista nota, quando chega a Lisboa, que sair do aeroporto a pé (ou de bicicleta) era manifestamente impossível.

Miguel Sousa Tavares (MST), do alto do seu "jipão", acha inconcebível que alguém possa ir apanhar o avião "cheio de malas". Pois é MST, mas o Aeroporto é dos maiores empregadores na Cidade de Lisboa, com cerca de 3.000 empregos permanentes. Para esses, o dia-a-dia não é apanhar aviões, é trabalhar para que, quem queira ir de Jipe apanhar aviões (ou de bicicleta), o possa fazer.

Para MST, também não fará sentido nenhum levar a bicicleta aos Hospitais, já que os doentes, estão doentes, e por isso, não podem pedalar.

Aliás, para MST, como para Ruben de Carvalho, Marcelo Rebelo de Sousa e tantos outros, não faz sentido nenhum a bicicleta (Ponto!).

E este continua a ser o ponto fulcral. 700 mil euros para bicicletas é escandaloso. Para estradas, ponham-se mais 6 zeros em cima, que MST não se importa. Desde que o "Jipão" possa andar...
A mim não me engana...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

As "Vinhas da Ira"

http://economia.publico.pt/Noticia/citroen-contrata-exoperarios-a-ganhar-menos-do-que-auferiam_1463863

Mangualde: "Citroën contrata ex-operários a ganhar menos do que auferiam"
 
Volta John Steinbeck! Estás perdoado! 

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Para que servem os Planos Verdes?

Para se evitar isto!!
 
Alcântara / Lisboa, 29 de Outubro de 2010
11:00H da manhã
 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O "outro" CO2...

Esta notícia marca bem qual o verdadeiro "termómetro" do Planeta: a sua Biodiversidade!
 
Foto e Notícia em http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/o-planeta-pode-estar-a-perder-a-coluna-vertebral-da-biodiversidade_1462962

A Biodiversidade é o resultado da qualidade dos Habitats, da sua diversidade e do seu equilibrio.
O problema é complexo, mas simplificadamente não basta dizer-se que temos uma área propícia ao desenvolvimento de uma espécie ou grupos de espécies. A dimensão, a unidade, até a forma da referida parcela, saber-se se está em rede com outras, todos esse aspectos configuram o sucesso de uma espécie e, por isso, o sucesso de toda uma cadeia que com ela se relaciona.
 
É por isso que é necessário proteger-se os Habitats, as reservas de solos potenciadoras de Habitats, todas as espécies animais e vegetais, por mais insignificantes que nos possam parecer, e até aquelas que, sem sabermos, podem constituir a causa do colapso de um determinado ecossistema.
 
É por isso que o frenético empenho na não emissão de CO2 é um erro, pois configura falhar o alvo. O alvo é a Biodiversidade e o CO2, porque é muitas vezes associado a emissões e acções sobre o território), é apenas um "meio". É na Biodiversidade que podem e têm que se ser criados mecanismos de protecção (Fundos de Conservação e outros) e toda uma gama de políticas de protecção territorial que trazem repercussões, a serem medidas em Biodiversidade.
 
Entenda-se: Biodiversidade é o resultado do equilibrio do território, e não sinónimo de "muita diversidade" ou "muitas espécies".
 
Enquanto a banca dinamiza (e financia) o mercado do CO2 sem sabermos bem o seu interesse para além do próprio...mercado, a comunidade internacional começa agora a falar do verdadeiro problema global. faltam agora os mecanismos. E depressa, andámos a perder demasiado tempo com o CO2.
 
Nota: Porque o CO2 está tantas vezes ligado a processos ineficientes do ponto de vista energético, a tomada de atitude que está associada a tantas acções públicas e privadas visando a sua redução é positiva, porque acaba por afectar positivamente o processo ineficiente em si mesmo. Daí que esteja de acordo com a generalidade das soluções e campanhas nesse sentido.
Mas a subversão desta lógica da eficiência energética, conduz a que, em nome de um CO2 "nulo", se defenda o Nuclear como solução energética, o Carro Eléctrico como a solução de mobilidade, a ECO-construção em locais onde a edificação é desaconselhada, e por aí fora.  Esse tem sido o mal do CO2...
 
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