terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Adiar o TGV para Madrid?
VÍDEO
Aceito que se adie uma obra estrutural destas, como é o TGV para Madrid, apenas se não se desperdiçarem os fundos estruturais da União Europeia ao abrigo das Redes Transeuropeias.
Refere este ARTIGO que é isso que se passará. Sendo assim aceito. Mas custa-me, quando vejo os aeroportos pela 2ª vez neste ano de 2010 parados e milhares de passageiros a virarem-se novamente para as soluções terrestres. Na Europa central consegue-se circular de comboio entre as principais cidades. Entre Lisboa e Madrid consegue-se? Não, dura uma noite inteira a viagem de 600km...
Basear tudo no avião, só porque o mercado ainda permite preços mais competitivos, para mais em distâncias de 600km como é o caso de Lisboa - Madrid, é um erro.
No passado dia 19, os Espanhóis, apesar da crise, puseram Madrid a 1:35h de Valência em Alta Velocidade (conferir AQUI), com uma oferta de 30 comboios diários.
Aceito que se adie uma obra estrutural destas, como é o TGV para Madrid, apenas se não se desperdiçarem os fundos estruturais da União Europeia ao abrigo das Redes Transeuropeias.
Refere este ARTIGO que é isso que se passará. Sendo assim aceito. Mas custa-me, quando vejo os aeroportos pela 2ª vez neste ano de 2010 parados e milhares de passageiros a virarem-se novamente para as soluções terrestres. Na Europa central consegue-se circular de comboio entre as principais cidades. Entre Lisboa e Madrid consegue-se? Não, dura uma noite inteira a viagem de 600km...
Basear tudo no avião, só porque o mercado ainda permite preços mais competitivos, para mais em distâncias de 600km como é o caso de Lisboa - Madrid, é um erro.
No passado dia 19, os Espanhóis, apesar da crise, puseram Madrid a 1:35h de Valência em Alta Velocidade (conferir AQUI), com uma oferta de 30 comboios diários.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
QREN 2008 aprovou investimento no Barco Trafaria-Lisboa
IMAGEM AQUI
Sobre esta "crise" que mantém a construção de auto-estradas com 6 faixas a 3Km da Trafaria (ver AQUI), para terminar com a ligação fluvial Trafaria-Lisboa para "cortar nas despesas" (conferir AQUI).
Acaba-se com a estratégia mais do que lógica da Câmara Municipal de Almada em potenciar a ligação fluvial para servir toda a frente de praias e reduzir os engarrafamentos de Verão, bem como permitir a milhares de pessoas que vivem na Costa aceder a Lisboa diariamente.
O mais extraordinário é que esta mesma estratégia foi há alguns anos atrás aprovada e finananciada pelo Programa QREN (conferir AQUI na pag. 5 BICLA TEJO – Percurso Intermodal Bicicleta + Barco Costa de Caparica – Lisboa
O Projecto financiado pelo QREN é um percurso intermodal Bicicleta + Barco. Ora, como pode agora pensar-se em suprimir uma parte essencial deste percurso?
Esta é uma crise de contornos estranhos, que mantém no essencial o Paradigma em que vivemos em matéria económica, financeira e urbanistica, mantendo o financiamento e a construção de auto-estradas mas aproveitando o momento propício de "cortes" para se desembraraçar de uma vez por todas do Transporte Público, suprimindo ligações, reduzindo horários e privatizando as linhas ferroviárias suburbanas mais lucrativas (Ex: Linha de Cascais, actualmente já denominada "CP Lisboa").
A ligação fluvial Trafaria - Lisboa é o espelho das contradições máximas a que chegámos, entre as prioridades de investimento em 2008 a serem contraditórias com medidas em 2010. Lamentável!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A escandaleira generalizada
O Governo prepara-se para "agilizar" a economia desta forma, generalizando a destruição do Património, da Paisagem e de todos os "constragimentos" ambientais?!
in "PÚBLICO"
http://jornal.publico.pt/noticia/16-12-2010/outras-medidas-anunciadas-pelo-governo-20839565.htm
"Projectos PIN generalizados
Será criada até fim de Março de 2011 uma "via rápida para investimentos nos sectores de bens transaccionáveis". Em causa está o alargamento do regime dos projectos PIN (projectos de potencial interesse nacional) a PME com investimentos superiores a 10 milhões de euros. As regras actuais destinam-se a "agilizar" o processo burocrático de licenciamento destes projectos. Para investimentos superiores a 25 milhões de euros, adopta-se, para efeitos de licenciamento, o regime de "interlocutor único" e da conferência decisória, que até agora era para casos excepcionais (os chamados PIN+). Actualmente, já podiam ser reconhecidos como PIN investimentos iguais ou inferiores a 25 milhões de euros, desde que tivessem uma grande componente de investigação e desenvolvimento, de inovação aplicada ou fossem considerados de interesse ambiental."
in "PÚBLICO"
http://jornal.publico.pt/noticia/16-12-2010/outras-medidas-anunciadas-pelo-governo-20839565.htm
"Projectos PIN generalizados
Será criada até fim de Março de 2011 uma "via rápida para investimentos nos sectores de bens transaccionáveis". Em causa está o alargamento do regime dos projectos PIN (projectos de potencial interesse nacional) a PME com investimentos superiores a 10 milhões de euros. As regras actuais destinam-se a "agilizar" o processo burocrático de licenciamento destes projectos. Para investimentos superiores a 25 milhões de euros, adopta-se, para efeitos de licenciamento, o regime de "interlocutor único" e da conferência decisória, que até agora era para casos excepcionais (os chamados PIN+). Actualmente, já podiam ser reconhecidos como PIN investimentos iguais ou inferiores a 25 milhões de euros, desde que tivessem uma grande componente de investigação e desenvolvimento, de inovação aplicada ou fossem considerados de interesse ambiental."
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Munster Radstation
Há casos em que a bicicleta precisa necessariamente de percursos cicláveis dedicados para estruturar uma rede de circulação.
Pela sua dimensão, pelo tráfego viário nas vias onde se inserem, pelo historial e até pelo declive, como é o caso de Lisboa. Todos sabemos que uma pequena subida fragiliza logo o ciclista que sobe, instabiliza o seu movimento e torna a sua velocidade de circulação muito discrepante dos outros veículos. O espaço dedicado, mesmo que tenha algumas contrariedades, torna-se precioso para o utilizador, que a procura e agradece.
Mas, mais determinante ainda que os percursos dedicados, é um conjunto de "facilidades" na origem (Habitação), no destino (Serviços, Escola, Centros de Comércio, Interfaces de Transporte) que permitam estacionar a bicicleta de forma segura. Não haverá utilizadores em massa enquanto não houver estas valências que tornem a bicicleta competitiva por ser mais simples que o resto dos transportes ou em articulação com estes.
Em 2000 estive em Munster - Alemanha, uma paragem final antes da EXPO2000 em Hannover, a poucas dezenas de quilómetros daí.
Uma pequena cidade universitária, apresenta dos maiores valores de utilização da bicicleta em toda a Alemanha. Fiquei impressionado com este equipamento de estacionamento e reparação de bicicletas, sobretudo pela quantidade de soluções que proporcionava - reparação, aluguer, estacionamento, etc.
A bicicleta pode ser um gerador de emprego considerável. Fiquei impressionado com o número de oficinas de bicicleta que encontrei em Copenhaga ae que, infelizmente, tive que recorrer quando lá estive a pedalar. Por cá ainda há poucas e as mais "populares" são em grandes superfícies, algumas delas só acessiveis com a bicicleta no tejadilho do carro. Também já temos por cá o exemplo dos estafetas "Camisola Amarela" mas também o "Bicycle Repair Man" e que têm sido divulgados na comunicação social.
E ainda a "procissão vai no adro", pois com mais utilizadores, outras iniciativas podem aparecer.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Um Jardim de Usados - Paço de Arcos, Oeiras
Depois do "Glossário", eis que aparecem logo candidatos a um eventual prémio à decisão Automóvel 100% do ano: O Jardim de Paço de Arcos transformado num stand de usados (!) durante o fim de semana.
As fotos falam por si...
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