domingo, 9 de janeiro de 2011

E se cortássemos nós agora o "ratting" deles?

A Alemanha "das dióxinas" e a falta de confiança da comunidade internacional na qualidade ambiental e segurança alimentar.
Corte-se o "ratting"!


IMAGEM AQUI

"Os níveis de dioxinas dos produtos para fabrico de rações de animais
chegaram a ultrapassar 78 vezes o permitido.
Problema já levou ao
encerramento de 4 700 quintas na Alemanha.

Lusa
22:35 Sexta feira, 7 de Janeiro de 2011"

(...)

"As autoridades confiscaram também grandes quantidades de ovos e carne
de frango, mas garantiram, simultaneamente, que não há risco elevado
para a saúde pública."



http://diarioagrario.blogspot.com/2011/01/alemanha-niveis-de-dioxinas-78-vezes.html

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Comprimidos de farinha

 
Pronto, nem a "poeira lunar" salvou a evidente falta de "power" e de "balance"...
 


 

domingo, 2 de janeiro de 2011

A bicha da Estrela

Os ecologistas são quase sempre acusados de se oporem ao "progresso", de serem do contra e de não deixarem fazer... "obra".
É claro que é na definição de "obra" que se explicam algumas oposições conhecidas a empreendimentos dispendiosos e contra-producentes.
Não seria o caso deste que a foto mostra.

Na Serra da Estrela, uma Estrada Nacional permite o acesso de veículos à cota superior a 1900m. Esta situação acarreta um serviço permanente de limpeza de neve, fortemente assente na utilização de sal na via, com consequências gravíssimas para os aquíferos, mas também na flora local que apresenta algumas alterações em redor das estradas "salgadas".

Muitas obras viárias sem benefícios económicos e muito menos ambientais têm sido construídas pelo País.
Na Serra da Estrela, os ecologistas há muito que defendem que a ligação Seia - Covilhã possa ser feita em túnel. Um túnel útil, pois permitia acabar com muitos milhares de veículos, incluindo pesados, que sobem ao ponto mais alto de Portugal Continental e, por isso, significar menos esforço de limpeza e menores custos ambientais.

Em tempos de crise, este túnel será de certeza uma miragem. Resta propor uma alternativa exequível, com as infra-estruturas existentes.

Plano B: Terminar o teleférico entre as Penhas da Saúde e a Torre e estruturar um parqueamento em seu redor capaz de receber os milhares de visitantes no Inverno. Nada de mais, basta conhecer outras montanhas semelhantes na Europa e no Mundo. Destaca-se aqui ao lado os Picos da Europa ou os Pirinéus.
O acesso ao topo a partir das Penhas da Saúde seria feito desta forma e permanentemente durante o ano. Sempre que a via permitisse circular, um serviço de autocarros poderia fazer a viagem entre as Penhas da Saúde e a Torre. No sentido de Seia, o Sabugueiro seria a "porta" de entrada, à cota 1500m e o acesso seria unicamente possível através de um serviço de autocarros quando a estrada o permitisse.

Plano C: Manter os acessos rodoviários possíveis, mas cobrar portagem entre as Penhas da Saúde - Torre - Sabugueiro. Esta portagem seria uma Taxa a reverter para o Parque Natural e os valores deveriam ser capazes de reduzir o tráfego em transporte individual. Mantinha-se o teleférico e o serviço de autocarros, sendo economicamente mais vantajosos para o visitante.


Não fazer nada na Serra da Estrela será deixar que a pressão fortíssimas sobre este património se mantenha bem como a degradação daqui resultante.
O estado das nossas Áreas Protegidas é, infelizmente, pouco "famoso". Estamos muito habituados a discutir este assunto em torno dos incêndios, das infestantes ou da caça. Mas a neve é, na Estrela, um assunto incontornável, como se sabe.






terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Subsidiar a revolta



domingo, 26 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Adiar o TGV para Madrid?

VÍDEO

Aceito que se adie uma obra estrutural destas, como é o TGV para Madrid, apenas se não se desperdiçarem os fundos estruturais da União Europeia ao abrigo das Redes Transeuropeias.
Refere este ARTIGO que é isso que se passará. Sendo assim aceito. Mas custa-me, quando vejo os aeroportos pela 2ª vez neste ano de 2010 parados e milhares de passageiros a virarem-se novamente para as soluções terrestres. Na Europa central consegue-se circular de comboio entre as principais cidades. Entre Lisboa e Madrid consegue-se? Não, dura uma noite inteira a viagem de 600km...

Basear tudo no avião, só porque o mercado ainda permite preços mais competitivos, para mais em distâncias de 600km como é o caso de Lisboa - Madrid, é um erro.

No passado dia 19, os Espanhóis, apesar da crise, puseram Madrid a 1:35h de Valência em Alta Velocidade (conferir AQUI), com uma oferta de 30 comboios diários.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

QREN 2008 aprovou investimento no Barco Trafaria-Lisboa

IMAGEM AQUI
 
Sobre esta "crise" que mantém a construção de auto-estradas com 6 faixas a 3Km da Trafaria (ver AQUI), para terminar com a ligação fluvial Trafaria-Lisboa para "cortar nas despesas" (conferir AQUI). 
 
Acaba-se com a estratégia mais do que lógica da Câmara Municipal de Almada em potenciar a ligação fluvial para servir toda a frente de praias e reduzir os engarrafamentos de Verão, bem como permitir a milhares de pessoas que vivem na Costa aceder a Lisboa diariamente. 
 
O mais extraordinário é que esta mesma estratégia foi há alguns anos atrás aprovada e finananciada pelo Programa QREN (conferir AQUI na pag. 5 BICLA TEJO – Percurso Intermodal Bicicleta + Barco Costa de Caparica – Lisboa
 
O Projecto financiado pelo QREN é um percurso intermodal Bicicleta + Barco. Ora, como pode agora pensar-se em suprimir uma parte essencial deste percurso?
 
Esta é uma crise de contornos estranhos, que mantém no essencial o Paradigma em que vivemos em matéria económica, financeira e urbanistica, mantendo o financiamento e a construção de auto-estradas mas aproveitando o momento propício de "cortes" para se desembraraçar de uma vez por todas do Transporte Público, suprimindo ligações, reduzindo horários e privatizando as linhas ferroviárias suburbanas mais lucrativas (Ex: Linha de Cascais, actualmente já denominada "CP Lisboa").
 
A ligação fluvial Trafaria - Lisboa é o espelho das contradições máximas a que chegámos, entre as prioridades de investimento em 2008 a serem contraditórias com medidas em 2010. Lamentável!
 
 
 
 
 
Site Meter