terça-feira, 18 de janeiro de 2011
"Abrigo Habitável" no CCB
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
"Como evitar a entrada do FMI em Portugal"
- Fazer um "Preço Certo" especial em que todos os concorrentes acertam até aos cêntimos no preço dos produtos, para mostrar que os portugueses percebem imenso de contas e finanças domésticas;
- Fazer os técnicos do FMI aterrarem de helicóptero em Felgueiras e emprestar-lhes uns óculos semelhantes aos do Francisco Assis;
- Dizer ao David Luiz e ao Luisão que os técnicos do FMI são os novos reforços do FC Porto;
- Apresentar os técnicos do FMI a um ex-concorrente de reality shows português e levá-lo a passar um fim-de-semana com eles num quarto de hotel em Nova Iorque;
- Pedir ao Jorge Sampaio para fazer o discurso de boas-vindas aos técnicos do FMI, manobra de diversão que os prenderia no aeroporto da Portela por dois anos e meio;
- Após o discurso de Jorge Sampaio, processar os técnicos do FMI e enredá-los nos corredores da Justiça portuguesa, manobra de diversão que os prenderia por mais oito ou nove anos;
- Fazer os técnicos do FMI assistirem nos EUA a uma edição do programa "Plano Inclinado" para se convencerem que nem mesmo eles conseguem fazer o que quer que seja para salvar Portugal;
- Receber os técnicos do FMI em Lisboa, levá-los para o Algarve e deixá-los a cargo do casal McCann;
- Receber os técnicos do FMI na Portela, dar-lhes boleia no automóvel de um reformado português e deixá-los voltar em direcção ao mar, para fora do País, em contra-mão;
- Tapar a fronteira nacional com o Fernando Mendes e o José Carlos Malato;
- Levar os técnicos do FMI a uma escola, dizer que são professores e deixar os alunos portugueses e respectivos pais fazerem aquilo que melhor sabem;
- Trazer de volta o Santana Lopes e o Ribau Esteves para destruírem o País ainda antes de os técnicos do FMI terem tempo de cá chegar;
- Fingir que o guarda-redes do Sporting, o Hildebrand, é primeiro-ministro, para os técnicos do FMI pensarem que Portugal já se transformou oficialmente num protectorado alemão;
- Tentar que alguém arranje o número de telefone do Paulinho Santos;
- Agora que o Arnold Schwarzenegger ficou sem emprego, enviá-lo ao ano 1109 para ma tar a D. Teresa e o filho que carrega no ventre, cortando o problema pela raíz;
- Fechar as luzes e fazer pouco barulho para os técnicos do FMI pensarem que não está ninguém em Portugal. Não custa tentar. VE
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
"Assembleia da República não quer beber água da torneira"
A bancada do PS queria instituir o consumo de água da torneira na Assembleia da República invocando a redução de resíduos.
Mas o parecer aprovado diz que a água mineral - em garrafas ou máquinas de distribuição - tem garantida a sua total higiene, enquanto «essa garantia não existe na utilização da água canalizada», segundo o parecer a que o Público teve acesso.
Isto porque o fim da água mineral implica a sua substituição por jarros individuais, colocando questões de manutenção e da falta de pessoal para os encher e levar aos deputados.
O parecer foi aprovado por unanimidade, à excepção do BE, que não esteve presente."
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O sempre espantoso Parque Florestal de Monsanto
domingo, 9 de janeiro de 2011
E se cortássemos nós agora o "ratting" deles?
Corte-se o "ratting"!
IMAGEM AQUI
"Os níveis de dioxinas dos produtos para fabrico de rações de animais
chegaram a ultrapassar 78 vezes o permitido.
Problema já levou ao
encerramento de 4 700 quintas na Alemanha.
Lusa
22:35 Sexta feira, 7 de Janeiro de 2011"
(...)
"As autoridades confiscaram também grandes quantidades de ovos e carne
de frango, mas garantiram, simultaneamente, que não há risco elevado
para a saúde pública."
http://diarioagrario.blogspot.com/2011/01/alemanha-niveis-de-dioxinas-78-vezes.html
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
A bicha da Estrela
É claro que é na definição de "obra" que se explicam algumas oposições conhecidas a empreendimentos dispendiosos e contra-producentes.
Não seria o caso deste que a foto mostra.
Na Serra da Estrela, uma Estrada Nacional permite o acesso de veículos à cota superior a 1900m. Esta situação acarreta um serviço permanente de limpeza de neve, fortemente assente na utilização de sal na via, com consequências gravíssimas para os aquíferos, mas também na flora local que apresenta algumas alterações em redor das estradas "salgadas".
Muitas obras viárias sem benefícios económicos e muito menos ambientais têm sido construídas pelo País.
Na Serra da Estrela, os ecologistas há muito que defendem que a ligação Seia - Covilhã possa ser feita em túnel. Um túnel útil, pois permitia acabar com muitos milhares de veículos, incluindo pesados, que sobem ao ponto mais alto de Portugal Continental e, por isso, significar menos esforço de limpeza e menores custos ambientais.
Em tempos de crise, este túnel será de certeza uma miragem. Resta propor uma alternativa exequível, com as infra-estruturas existentes.
Plano B: Terminar o teleférico entre as Penhas da Saúde e a Torre e estruturar um parqueamento em seu redor capaz de receber os milhares de visitantes no Inverno. Nada de mais, basta conhecer outras montanhas semelhantes na Europa e no Mundo. Destaca-se aqui ao lado os Picos da Europa ou os Pirinéus.
O acesso ao topo a partir das Penhas da Saúde seria feito desta forma e permanentemente durante o ano. Sempre que a via permitisse circular, um serviço de autocarros poderia fazer a viagem entre as Penhas da Saúde e a Torre. No sentido de Seia, o Sabugueiro seria a "porta" de entrada, à cota 1500m e o acesso seria unicamente possível através de um serviço de autocarros quando a estrada o permitisse.
Plano C: Manter os acessos rodoviários possíveis, mas cobrar portagem entre as Penhas da Saúde - Torre - Sabugueiro. Esta portagem seria uma Taxa a reverter para o Parque Natural e os valores deveriam ser capazes de reduzir o tráfego em transporte individual. Mantinha-se o teleférico e o serviço de autocarros, sendo economicamente mais vantajosos para o visitante.
Não fazer nada na Serra da Estrela será deixar que a pressão fortíssimas sobre este património se mantenha bem como a degradação daqui resultante.
O estado das nossas Áreas Protegidas é, infelizmente, pouco "famoso". Estamos muito habituados a discutir este assunto em torno dos incêndios, das infestantes ou da caça. Mas a neve é, na Estrela, um assunto incontornável, como se sabe.




