terça-feira, 25 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Escutas provadas e respectivas demissões, por lá, não por cá
Sobre a demissão do Porta-Voz Governamental no Reino Unido, levado por suspeitas de envolvimento em escutas:
"Downing Street garantiu que a demissão não foi precipitada pela iminência de novas revelações e, numa primeira reacção à demissão, Cameron lamentou a perda de um dos "mais brilhantes" membros da sua equipa.
A oposição trabalhista alega, no entanto, que o caso "levanta sérias dúvidas sobre o discernimento" do primeiro-ministro, que contratou e manteve Coulson ao seu lado, apesar das suspeitas que recaíam sobre ele."
in PUBLICO, AQUI
Este caso, faz lembrar outro, não muito distante e por cá, mas em que, apesar de provados alguns factos, estes não conduziram nem a demissões, nem à retirada de responsabilidades pelo titular do cargo político. Hoje mesmo, os Portugueses acabaram de o re-eleger para novo mandato.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
"Abrigo Habitável" no CCB
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
"Como evitar a entrada do FMI em Portugal"
- Fazer um "Preço Certo" especial em que todos os concorrentes acertam até aos cêntimos no preço dos produtos, para mostrar que os portugueses percebem imenso de contas e finanças domésticas;
- Fazer os técnicos do FMI aterrarem de helicóptero em Felgueiras e emprestar-lhes uns óculos semelhantes aos do Francisco Assis;
- Dizer ao David Luiz e ao Luisão que os técnicos do FMI são os novos reforços do FC Porto;
- Apresentar os técnicos do FMI a um ex-concorrente de reality shows português e levá-lo a passar um fim-de-semana com eles num quarto de hotel em Nova Iorque;
- Pedir ao Jorge Sampaio para fazer o discurso de boas-vindas aos técnicos do FMI, manobra de diversão que os prenderia no aeroporto da Portela por dois anos e meio;
- Após o discurso de Jorge Sampaio, processar os técnicos do FMI e enredá-los nos corredores da Justiça portuguesa, manobra de diversão que os prenderia por mais oito ou nove anos;
- Fazer os técnicos do FMI assistirem nos EUA a uma edição do programa "Plano Inclinado" para se convencerem que nem mesmo eles conseguem fazer o que quer que seja para salvar Portugal;
- Receber os técnicos do FMI em Lisboa, levá-los para o Algarve e deixá-los a cargo do casal McCann;
- Receber os técnicos do FMI na Portela, dar-lhes boleia no automóvel de um reformado português e deixá-los voltar em direcção ao mar, para fora do País, em contra-mão;
- Tapar a fronteira nacional com o Fernando Mendes e o José Carlos Malato;
- Levar os técnicos do FMI a uma escola, dizer que são professores e deixar os alunos portugueses e respectivos pais fazerem aquilo que melhor sabem;
- Trazer de volta o Santana Lopes e o Ribau Esteves para destruírem o País ainda antes de os técnicos do FMI terem tempo de cá chegar;
- Fingir que o guarda-redes do Sporting, o Hildebrand, é primeiro-ministro, para os técnicos do FMI pensarem que Portugal já se transformou oficialmente num protectorado alemão;
- Tentar que alguém arranje o número de telefone do Paulinho Santos;
- Agora que o Arnold Schwarzenegger ficou sem emprego, enviá-lo ao ano 1109 para ma tar a D. Teresa e o filho que carrega no ventre, cortando o problema pela raíz;
- Fechar as luzes e fazer pouco barulho para os técnicos do FMI pensarem que não está ninguém em Portugal. Não custa tentar. VE
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
"Assembleia da República não quer beber água da torneira"
A bancada do PS queria instituir o consumo de água da torneira na Assembleia da República invocando a redução de resíduos.
Mas o parecer aprovado diz que a água mineral - em garrafas ou máquinas de distribuição - tem garantida a sua total higiene, enquanto «essa garantia não existe na utilização da água canalizada», segundo o parecer a que o Público teve acesso.
Isto porque o fim da água mineral implica a sua substituição por jarros individuais, colocando questões de manutenção e da falta de pessoal para os encher e levar aos deputados.
O parecer foi aprovado por unanimidade, à excepção do BE, que não esteve presente."




