sábado, 1 de dezembro de 2012

Crataegus punctata

Foram plantadas 143 árvores no corredor verde de Monsanto nos dias 30 de Novembro e 01 de Dezembro.

Entre as várias espécies, uma chamou-me a atenção pela sua beleza. Conhecia o Crataegus monogyna (Pilriteiro) mas não este Crataegus punctata.





quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Countdown para o Corredor Verde de Monsanto


Estás aqui, estás em Monsanto.
Podia ser o slogan de um corredor verde com 2,5km de extensão que liga o Parque central de Lisboa ao Parque Florestal de Monsanto.

Já só faltam 17 dias.

domingo, 25 de novembro de 2012

E pelas 17h voltaram...

Tenho milhares de pássaros em frente de casa.
Passam a noite em cima das árvores, cantam a noite inteira, desaparecem totalmente de manhã e voltam ao entardecer.
Já sei que se forem Estroninhos-malhados ficarão até Fevereiro. 
São más notícias para os "urbanos", como eu...
Que pena não terem escolhido as árvores do Jardim para o seu "dormitório".





domingo, 18 de novembro de 2012

E o rio mesmo ao lado


Impressionam estes prédios na Cruz Quebrada / Dafundo, mesmo ao lado do rio Jamor, em pleno leito de cheia.

São várias as ocorrências conhecidas nesta área. Como se vê, é muito fácil o rio transbordar o leito, já de si estreito para um dia normal. 

Para além de discutir a localização de todo este edificado, transtorna perceber quem comprará ou alugará nesta área, sabendo dos riscos que corre.

Numa altura em que a REN é apelidada de "burocrática e redundante" pela nossa Ministra do Ambiente, voltaremos certamente, e com muita frequência, a cometer os erros do passado.

Resta sublinhar que estes erros custam dinheiro ao Estado e que, por isso, são medidas do CDS-PP que contribuem para o endividamento do País a curto, médio e longo-prazo.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Foi um furacão, mas tudo terão sido fatalidades?


FOTO AQUI

Há ocorrências extraordinárias, para as quais nada podemos fazer.
Mas tenho visto fotos dos EUA onde as construções estão literalmente na praia, muitas vezes no lugar da duna.

Esta foto mostra que o ordenamento do território não é uma fantasia para atrasar processos. Pode ser sim uma ferramenta de poupança de muitos milhões. 

Aumentar a resiliência é fazer tudo para resistir à adversidade.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

sinalética humana

A última vez que estive em Copenhaga reparei neste "trabalho": Segurar placas na rua pedonal principal, publicitando estabelecimentos em ruas adjacentes.
Colocar sinalética na rua será complexo, proventura proíbido, e esta solução, neste caso "humana", acaba por ter as placas nas horas de maior tráfego pedonal.

Solução brilhante esta? 
Trabalhar numa mina deve ser pior, mas custa-me sequer imaginar-me a segurar placas na via pública...




sábado, 13 de outubro de 2012

Quando alterações antrópicas potenciam fenómenos extremos

A EEA (Agência Ambiental Europeia) publica esta gráfico (fonte) e constata que temos um cada vez maior número de ocorrências de desastre.

Nas entrelinhas vê-se que o problema das alterações climáticas vem referido como uma causa.

De facto, o gráfico é claro: eventos geofísicos não sofrem alterações (tremores de terra, tsunamis, vulcões). 
Para além dos fenómmenos das tempestades, que de facto aumentam, o que sofre alterações são os 2 tipos de ocorrências que derivam da sua relação com as intervenções humanas (digo eu: Cheias e fenómenos de erosão extremos, por um lado, e por outro seca e picos de temperatura.

Como se viu em fenómenos recentes, por exemplo na Madeira, os efeitos do evento climatérico em si são altamente aumentados pelos impactos locais. 
Ao nivel da acção antrópica, quer à escala urbana, com as alterações do ciclo hidrológico ao nivel da escorrência e infiltração e construção em leitos de cheia, e das alterações ao nivel dos efeitos do fenómeno da "ilha de calor" e redução da humidade do ar, quer também ao nível rural, com alterações ao nivel da degradação dos solos, alteração dos cobertos e do mosaico agro-florestal, os efeitos são altamente potenciados pela acção humana. 

Desvalorizar a importância do ordenamento do território, enquadrando-o numa ideia ideológica de querer "impedir o desenvolvimento", e como solução permitir que as acções humanas configurem profundas alterações territoriais, para depois se concluir que os seus efeitos são fruto de alterações climáticas globais, tem sido cada vez mais rotina de análise.


 
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