quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

É já amanhã! (Corredor Verde de Monsanto)


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Vamos fingir que...ou retrato da nossa Bolha Imobiliária (por Pedro Bingre do Amaral)

Por Pedro Bingre do Amaral, retirado do "facebook" 
AQUI


Bruxelas estima que os apartamentos em Espanha devem embaratecer em 75 % antes de serem adquiridos pelo "banco mau" — a entidade semi-pública encarregada de assumir os prejuízos da bolha imobiliária. Esta conclusão faz recordar um estudo do Banco Internacional de Compensações (Bank for International Settlements), publicado em 2010, que anunciava uma desvalorização em 85 % dos preços do imobiliário português…

Mas enfim, continuemos a fingir que o problema português resulta das despesas na Saúde e Educação públicas sob o encargo do Estado. 


Continuemos a fingir que o problema de Portugal são os salários supostamente elevados dos portugueses, e a rigidez dos direitos laborais de uma população cuja maioria dos trabalhadores com menos de 40 sofre a precariedade do regime de recibos verdes.

Continuemos a fingir que a dívida privada portuguesa respeitante ao imobiliário e construção soma mais de 190 mil milhões de euros, e se encontra em condições de "

negative equity". Continuemos a fingir que a maioria das hipotecas contraídas em Portugal nos últimos 20 anos não são perfeitos exemplos de "subprime". Continuemos a fingir que neste país onde 1,8 dos 5,6 milhões de habitações estão vazias, há uma família a ser despejada a cada 40 minutos.

Continuemos a fingir que não construímos, entre 1985 e 2010, uma casa nova a cada seis minutos, 24 horas por dia, 365 dias por anos. Que entre 1990 e 2009 a dívida hipotecária não cresceu 2300 %. E que dois terços dessa dívida não se destinaram a cobrir custos de construção, mas pura e simplesmente a pagar o preço especulativo do solo.

Continuemos a fingir que o resgate da tróica não é, afinal de contas, a factura de uma bolha imobiliária cujos principais beneficiários estiveram e continuam estando isentos de impostos graças aos privilégios fiscais dos Fundos de Investimento Imobiliário e das sociedades sediadas em Zonas Francas.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Visitantes em jardim de 4m2


O meu "jardim" de 4m2 na minha varanda é uma brincadeira. 
Uma dezena de vasos, outra tanta variedade de espécies, algumas cultivares, entre elas trepadeiras.
E quem tem aparecido nos últimos dias neste espaço? Quem diria?




sábado, 1 de dezembro de 2012

Crataegus punctata

Foram plantadas 143 árvores no corredor verde de Monsanto nos dias 30 de Novembro e 01 de Dezembro.

Entre as várias espécies, uma chamou-me a atenção pela sua beleza. Conhecia o Crataegus monogyna (Pilriteiro) mas não este Crataegus punctata.





quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Countdown para o Corredor Verde de Monsanto


Estás aqui, estás em Monsanto.
Podia ser o slogan de um corredor verde com 2,5km de extensão que liga o Parque central de Lisboa ao Parque Florestal de Monsanto.

Já só faltam 17 dias.

domingo, 25 de novembro de 2012

E pelas 17h voltaram...

Tenho milhares de pássaros em frente de casa.
Passam a noite em cima das árvores, cantam a noite inteira, desaparecem totalmente de manhã e voltam ao entardecer.
Já sei que se forem Estroninhos-malhados ficarão até Fevereiro. 
São más notícias para os "urbanos", como eu...
Que pena não terem escolhido as árvores do Jardim para o seu "dormitório".





domingo, 18 de novembro de 2012

E o rio mesmo ao lado


Impressionam estes prédios na Cruz Quebrada / Dafundo, mesmo ao lado do rio Jamor, em pleno leito de cheia.

São várias as ocorrências conhecidas nesta área. Como se vê, é muito fácil o rio transbordar o leito, já de si estreito para um dia normal. 

Para além de discutir a localização de todo este edificado, transtorna perceber quem comprará ou alugará nesta área, sabendo dos riscos que corre.

Numa altura em que a REN é apelidada de "burocrática e redundante" pela nossa Ministra do Ambiente, voltaremos certamente, e com muita frequência, a cometer os erros do passado.

Resta sublinhar que estes erros custam dinheiro ao Estado e que, por isso, são medidas do CDS-PP que contribuem para o endividamento do País a curto, médio e longo-prazo.

 
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