sábado, 24 de maio de 2014

Marginal! Isto vai ter que mudar!






















FOTO PARA REFLECTIR! 
Paço d´Arcos, 24.05.2014, às 12:30h.
Uma mãe, de bicicleta com o seu filho, tentam sobreviver num micro-passeio de 1.00m de largura com todo o tipo de sinais, armários e avisos à mistura, enquanto todo o espaço da marginal é usado por carros que só com um radar cumprem os 70km/h.
Isto está errado e vai ter que mudar!
VOTE PROPOSTA 7 DO OP OEIRAS ATÉ AMANHÃ DIA 25.
VOTE 3 vezes: http://orcamentoparticipativo.cm-oeiras.pt/registo.aspx

terça-feira, 20 de maio de 2014

Para que serve afinal tanto Alqueva
















Há muitos que se dizem verdes e ficam vermelhos de raiva contra o TUA mas estiveram silenciosos contra o Alqueva. Uma barragem sobre-dimensionada que custou milhões e milhões em betão, desmatações, expropriações, deslocações, reconstruções, e cuja vocação começa a ser cada vez mais aquilo que se temia: Aldeamentos, Campos de Golfe e mais recentemente a ideia de irrigar eucaliptos numa bizarra solução de "regadio social".

Refere hoje o "Público" que "o presidente o conselho de administração da EDIA, José Pedro da Costa Salema, é favorável à plantação de eucaliptos em Alqueva, alegando que desta forma será possível garantir a sustentabilidade das pequenas explorações agrícolas, o chamado "regadio social". (sublinhado meu).

É claro que poderíamos ter tido um Alqueva equilibrado economicamente, bem como ambientalmente.
Nem a medida de minimização de só encher à cota 139m em vez da cota 152m foi na altura acatada. Temos hoje a maior albufeira artificial da Europa. E vamos acabar a regar campos de golfe e eucaliptos.
Foto AQUI

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O imposto do açúcar e do sal


















Fala-se de poder vir a taxar produtos que comprovadamente contenham "... altos teores de açúcar, de sal, e alimentos vulgarmente considerados como “comida de plástico”, que podem provocar aumentos excessivos de peso", conforme é anunciado AQUI.

Parece-me bem que se equacione este imposto, da mesma forma como o tabaco é também altamente taxado, e pelos mesmos motivos: saúde.
A única questão é que esse imposto deveria reverter inteiramente para o Ministério da Saúde e nunca para o Orçamento do Estado. Sugiro que o mesmo seja utilizado em medidas de prevenção da obesidade, desde campanhas a rastreios.
Sugiro ainda que seja obrigatório todos os produtos que simplesmente contenham adição de açucar ou sal num valor a definir obrigem à identificação nos rótulos desse facto.

Mas, na mesma linha, começam a surgir evidências sobre o aspartame, ou os OGMs, que muito nos deviam preocupar. A rotulação deveria evoluir para simplesmente informar o consumidor de que contém estes produtos e, caso se venha a justificar, taxá-los igualmente.

Em todo o caso ninguém fica impedido de os comprar, pagando um imposto acrescido sobre os mesmos e contendo a informação necessária para uma decisão consciente.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Ciclovias surreais

Era dificil fazer pior! Exemplos de Londres. Mais AQUIUma da ideias que fica é que faixas cicláveis sem separação física são inúteis. Se no Reino Unido é assim, por cá nem vale a pena tentar...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Com esta "interface" me enganas


















A CP diz que sim nos seus mapas, mas eu tenho muitas dúvidas.
O percurso entre a Estação de Alcântara-Mar e Alcântara-Terra, assim descrita, faz pensar numa articulação simples entre as 2 estações, para que um passageiro sinta que é uma transição simples. Já descrevi AQUI o que é na realidade passar de uma estação para outra, nada digno de uma interface.
Mas os problemas estão logo desde logo nas duas estações: 
A somar a uma Estação de Alcântara-Mar semi-abandonada, com água pelo chão, escadas escorregadias, escadas rolantes há muito avariadas, ausência de elevadores para mobilidade reduzida, plataformas desabrigadas e sem informação de alterações da circulação e quase sem iluminação, junta-se a Estação de Alcântara-Terra onde se escolheu estacionar os comboios na mais pequena plataforma possível, havendo várias linhas disponíveis. Os passageiros correm literalmente risco de queda tal é a aglomeração de pessoas. E o ritmo é completamente desajustado para quem tem pressa!
Assim, o movimento observado de passageiros e a importância destas linhas justificam uma muito melhor articulação. 
Até lá, por favor, moderação nas designações. É que não é qualquer uma que se chama de interface.

















quinta-feira, 27 de março de 2014

Carta aberta à DECO























Lisboa (foto do autor)











Oeiras - imagem googlemaps


Cascais - imagem bingmaps


Cópia do texto enviado à DECO por mail a 27.03.2014

"Exmos Srs
DECO - Associação de Defesa do Consumidor

Como automobilista que também sou fiquei muito satisfeito em saber que é nosso direito queixarmo-nos às entidades responsáveis pelo estado da via pública quando o mesmo não se encontrar em boas condições e puder colocar-nos em risco ou, pior, quando se consumam daí prejuízos para os veículos e para os utilizadores.

Não fiquei esclarecido no entanto se a V. Associação se pronunciou sobre a questão das vias automóveis em concreto ou se os direitos à qualidade da via pública são, no V. entender, mais abrangentes, englobando primeiramente os peões e o direito à circulação pedonal em segurança em todas as circunstâncias.

Como Associação de Defesa do Consumidor, estou quase certo que se tratou de um lapso a referência em primeiro aos pisos rodoviários face aos espaços pedonais, num País onde a generalidade das pessoas, logo dos consumidores, são peões.

Assim, a esse propósito dou 3 exemplos na proximidade de Hospitais ou Clínicas de acesso público:

Saibam V. Exas que é impossível aceder a pé ao novo Hospital de Cascais, já que não existem sequer passeios ao longo das excelentes vias rodoviárias de acesso, vias essas sobre as quais felizmente, nós automobilistas, não temos qualquer reclamação a fazer já que estão em excelente estado. 

Outro exemplo, e haveria tantos, a impossibilidade dos peões atravessarem a Rua Engª. Álvaro Roquette em Oeiras, próximo de uma Clínica, onde num troço de mais de 700m não é possivel atravessar a estrada de um lado para o outro da via, pela ausência de passadeiras, numa área povoada e servida de equipamentos de ambos os lados. Para V. informação, as pessoas arriscam a vida diariamente neste local.

Da mesma forma a Av. 24 de Julho em Lisboa próximo de um Hospital, apresenta faixas de rodagem em número, largura e qualidade do piso suficientes para a circulação automóvel em qualidade, mas o passeio não permite o cruzamento de 2 peões, e muito menos a circulação de crianças em segurança, e tampouco carrinhos de bebés ou cadeiras de rodas.

Assim, solicitava o V.meu esclarecimento, como consumidor, dos meus direitos de peão quanto ao tipo de situações reportadas e quais os procedimentos que V.Exas entendem como correctos que os cidadãos adoptem nestes casos e se pretendem clarificar publicamente este tipo de situações.  

Certos do V. interesse pelo exposto, despeço-me com elevada consideração.
Nota: tomo a liberdade de dar conhecimento público desta carta através das redes sociais

Duarte d´Araújo Mata"

quinta-feira, 20 de março de 2014

I "love" Paris

















A poluição não é invisível, e isso é uma maçada.
Mesmo com o ar irrespirável e turvo, milhões de pessoas mantinham a ideia de sair à rua nos seus carros.
Foi preciso oferecer os Transportes Pùblicos e restringir a circulação a matriculas alternadas pares / ímpares.
E em Pequim ainda é pior. 
Mas parece que assumimos isto como "um custo" de uma espécie de modernidade.
E se a vida contínua, então proponho uma T-Shirt comemorativa da situação.
Publicado também AQUI
 
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