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sábado, 30 de julho de 2011
domingo, 21 de novembro de 2010
Pelas ECOPISTAS de Portugal
Já vamos tendo as nossas Ecopistas!
O Património ferroviário desactivado é absolutamente valioso e com um potencial imenso do ponto de vista turistico.
Tendo participado nos Estudos das ligações Chaves - Vila Real (70km) e Sever do Vouga - Vouzela, rapidamente compreendi que os traçados ferroviários em presença não correspondem (na sua maioria das vezes), nem de perto nem de longe, às exigências de funcionamento que uma ligação em comboio exige nos dias de hoje.
É que os percursos sinuosos e os múltiplos apeadeiros, na maioria em ex-aldeias (hoje lugares semi-desertos de gente), constituiria motivos para a sua não utilização.
É pois mais que certo a sua transformação em Ecopistas, caminhos culturais para circulação de bicicleta ou a pé, com potencialidades turisticas enormes!
A infra-estrutura está lá e a atracção que pode proporcionar nos dias de hoje significa grandes oportunidades ao mundo rural para gerar actividade económica e emprego.
O grande erro foi acabar com as ligações de comboio a cidades como Viseu, Chaves ou Bragança, sem se ter proporcionado a alternativa ferroviária ajustada aos dias de hoje.
De Chaves a Vila Real, passando por Vidago, Pedras Salgadas e Vila Pouca de Aguiar o comboio foi-se (e bem!), mas outra linha deveria ter vindo. Mas não veio.
Veio sim a A24. Esse é que o erro. Um grande erro! Ter vindo a Auto-Estrada mas não o comboio. Porquê?
Conheci parte da Ecopista de Évora, ramal de Mora, entre Évora e Arraiolos (21km)
Poucos utilizadores. Muito poucos.
A infra-estrutura é razoável, nada de especial.
Não o teria projectado, assim tão minimalista, nem deixaria de reforçar o pavimento nalguns troços em que, pura e simplesmente, não se precaveu a transformação da estrutura de balastro permeável num pavimento mais impermeável. Em saibro, o pavimento por vezes a degradar-se não esconde com problemas de drenagem e crescimento de arbustos que extravasam os taludes para o espaço canal.
Estações e apeadeiros abandonados, a cair, com graffitis e sujos. Não estão aproveitados!
Paineis de informação escassos e no Concelho de Arraiolos, nem mapa têm!
Não há uma única torneira para se beber água.
Mas faz-se, sem interrupções. E isso é o que mais importa nestas coisas. As melhorias que venham depois!
Faltará garantias que as dezenas de caçadores armados não nos confundam com coelhos. Impressionante, a cada quilómetro um agrupamento pronto a disparar, é um risco para o viajante ciclista em época de caça. Este é o País em que se pode caçar em todo o lado, como se sabe.
Faltará sem dúvida dinamizar-se o aproveitamento turistico das estações e outro património ferroviário, se possivel para equipamentos de dormida e comida.
Há um vasto património para ser aproveitado. A REFER já fez a sua parte na reactivação de algumas destas linhas e o projecto, a nível nacional, não envergonha ninguém, mesmo comparando com Espanha.
Resta agora mais informação e mais envolvimento no aproveitamento destas estruturas pelas autarquias e agentes económicos locais.
O Património ferroviário desactivado é absolutamente valioso e com um potencial imenso do ponto de vista turistico.
Tendo participado nos Estudos das ligações Chaves - Vila Real (70km) e Sever do Vouga - Vouzela, rapidamente compreendi que os traçados ferroviários em presença não correspondem (na sua maioria das vezes), nem de perto nem de longe, às exigências de funcionamento que uma ligação em comboio exige nos dias de hoje.
É que os percursos sinuosos e os múltiplos apeadeiros, na maioria em ex-aldeias (hoje lugares semi-desertos de gente), constituiria motivos para a sua não utilização.
É pois mais que certo a sua transformação em Ecopistas, caminhos culturais para circulação de bicicleta ou a pé, com potencialidades turisticas enormes!
A infra-estrutura está lá e a atracção que pode proporcionar nos dias de hoje significa grandes oportunidades ao mundo rural para gerar actividade económica e emprego.
O grande erro foi acabar com as ligações de comboio a cidades como Viseu, Chaves ou Bragança, sem se ter proporcionado a alternativa ferroviária ajustada aos dias de hoje.
De Chaves a Vila Real, passando por Vidago, Pedras Salgadas e Vila Pouca de Aguiar o comboio foi-se (e bem!), mas outra linha deveria ter vindo. Mas não veio.
Veio sim a A24. Esse é que o erro. Um grande erro! Ter vindo a Auto-Estrada mas não o comboio. Porquê?
Conheci parte da Ecopista de Évora, ramal de Mora, entre Évora e Arraiolos (21km)
Poucos utilizadores. Muito poucos.
A infra-estrutura é razoável, nada de especial.
Não o teria projectado, assim tão minimalista, nem deixaria de reforçar o pavimento nalguns troços em que, pura e simplesmente, não se precaveu a transformação da estrutura de balastro permeável num pavimento mais impermeável. Em saibro, o pavimento por vezes a degradar-se não esconde com problemas de drenagem e crescimento de arbustos que extravasam os taludes para o espaço canal.
Estações e apeadeiros abandonados, a cair, com graffitis e sujos. Não estão aproveitados!
Paineis de informação escassos e no Concelho de Arraiolos, nem mapa têm!
Não há uma única torneira para se beber água.
Mas faz-se, sem interrupções. E isso é o que mais importa nestas coisas. As melhorias que venham depois!
Faltará garantias que as dezenas de caçadores armados não nos confundam com coelhos. Impressionante, a cada quilómetro um agrupamento pronto a disparar, é um risco para o viajante ciclista em época de caça. Este é o País em que se pode caçar em todo o lado, como se sabe.
Faltará sem dúvida dinamizar-se o aproveitamento turistico das estações e outro património ferroviário, se possivel para equipamentos de dormida e comida.
Há um vasto património para ser aproveitado. A REFER já fez a sua parte na reactivação de algumas destas linhas e o projecto, a nível nacional, não envergonha ninguém, mesmo comparando com Espanha.
Resta agora mais informação e mais envolvimento no aproveitamento destas estruturas pelas autarquias e agentes económicos locais.
Publicada por
Duarte d´Araújo Mata
à(s)
16:54
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Etiquetas:
Bicicleta,
Lazer,
Política Geral,
Projectos,
Transportes,
Turismo,
Viagens
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Um justo "Príncipe"
Notícia AQUI
Imagem AQUI
Amin Maalouf foi hoje distinguido com o Prémio Princípe das Astúrias de Letras.
Do que li não consigo esquecer SAMARCANDA e as CRUZADAS VISTAS PELOS ÁRABES, pela riqueza dos conteúdos mas pela escrita.
Um grande escritor com uma grande obra!
Um justo "Príncipe" das Astúrias!
Imagem AQUI
Amin Maalouf foi hoje distinguido com o Prémio Princípe das Astúrias de Letras.
Do que li não consigo esquecer SAMARCANDA e as CRUZADAS VISTAS PELOS ÁRABES, pela riqueza dos conteúdos mas pela escrita.
Um grande escritor com uma grande obra!
Um justo "Príncipe" das Astúrias!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Istambul, Pamuk, Bruno Reis e um magnífico "Câmara Clara" na RTP2
Créditos da Fotografia: http://eatingpages.blogspot.com/2009/10/orhan-pamuk-istambul-memorias-de-uma.html
Este é o livro que estou a lêr. O de uma Cidade onde ainda nunca fui mas que parece que já interiorizei o que tem através das descrições e deambulações de Orhan Pamuk, o único turco distinguido com um Nobel, em Istambul - Memórias de uma Cidade.
Quem me ofereceu o livro esteve ontem no "Câmara Clara" da RTP, com Paula Moura Pinheiro.
video em http://camaraclara.rtp.pt/
Bruno Reis é, cada vez mais, uma fonte de informação impressionante, um investigador com curriculo já extenso, capaz de articular História, estratégia, cultura, literatura, geografia, juntando curiosidades e pequenos dados, numa contante de pertinência e sobriedade.
E vejo tantas vezes o comentário nos Media nestas áreas desperdiçar-se em teses e crenças carentes de lógica e de sustentação, fruto a meu vêr da importância que os Media dão ao "mediatismo" da figura que convidam para o comentário...
Tentei abstrair-me de ter um amigo no Programa, mas realmente a densidade das intervenções, às quais Alexandra Lucas Coelho muito contribuiu, bem como uma moderação que soube trazer as muitas variáveis que as relações Europa - Turquia podiam suscitar, tornou este Programa de ontem, para mim, uma peça de grande valor e qualidade. A rever!
Publicada por
Duarte d´Araújo Mata
à(s)
04:18
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Política Geral,
Viagens
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Alcácer em alta
Começo a ficar seriamente fã desta terra.Começa a ser uma tradição sair da A2 para uma pausa repousante (e gastronomicamente interessante), pousando a vista numa terra que soube manter-se "small is beautifull" e que tem sabido re-inventar-se, com os pés assentes na requalificação do seu casco antigo, na ligação com o rio e com um turismo de qualidade.
Vale a pena ir a Alcácer do Sal!
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