
Este ano 2011, à condição de experiência só para os trabalhadores da CML.
Quem sabe se para o ano não haverá muitas empresas, organismos públicos e outros actores a "agarrar" a ideia?
Por todo o mundo, a decisão de usar a bicicleta é tantas vezes uma questão de...impulso.
As campanhas de marketing e de sensibilização tornam-se, neste âmbito, decisivas.
O "Bike-to-Work", o "Bike-to-School" e o "Bike-to-Shop" são campanhas já testadas por esse mundo fora.
O objectivo é o mesmo, os meios diferenciados, o público-alvo distinto caso a caso.
Continuo a achar, como sempre achei, que andar de bicicleta não é simplesmente dizer "ande de bicicleta!".
Para além das condições físicas de cada um, do à vontade em circular e da distância, Lisboa tem áreas da Cidade que não são planas e muitas em que o tráfego é avassalador. Há que respeitar quem não se sinta capaz nem disposto a fazer sacrifícios.
O que digo é que, por outro lado, há muitas áreas da Cidade que a topografia é adequada, em que a bicicleta circula em segurança porque o tráfego é reduzido ou porque há ciclovias.
Para estes casos, aplicáveis já em extensas áreas da Cidade, estas campanhas fazem muito sentido, porque as condições estão reunidas.
Detalhes da iniciativa
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